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soniasalmeida_leonina

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Sexo: Feminino
Signo: Leão
Ascendente: Leão
Cidade: Cachoeirinha - RS
Estado Civil: Solteira(o)
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  • Viva BEM!!!!
    19 de março de 2009 | 20:08 Uma doença não-reconhecida e não-percebida, mas que se alastra rapidamente na sociedade moderna. O primeiro passo para traçar o diagnóstico é aprender a identificá-la. Distrações, esquecimentos, diminuição do rendimento levando ao não alcance de metas, faltas e atrasos são sintomas da causa campeã de afastamento do trabalho: o estresse.
    Geralmente o estresse é percebido por uma pessoa próxima do portador desse complexo fenômeno – familiares e/ou colegas de trabalho. Após a percepção as pessoas passam, embasados pelos sintomas, a apelidar a pessoa portadora: esquecidinho, soneca e muitos outros. Os distúrbios íntimos, como os do sono, são alvos fáceis de brincadeiras.
    As organizações possuem metodologias para o controle dos processos de riscos ergonômicos, condições insalubres e periculosas, mas não dispõem para os processos de adoecimento e agravos da saúde do trabalho, que geram transtornos comportamentais e mentais. No mês de junho/2007 um ex-funcionário de uma grande rede do setor de eletrodomésticos ganhou na justiça uma indenização após conseguir a condenação da empresa por danos morais. O autor da ação relatou que era “vítima de terror psicológico e pressão extrema no trabalho”. Os apelidos eram muitos, tais como “lanterninha”, sendo exposto perante outros funcionários em reuniões. Condenada em última instância, à empresa alegou que tudo não passava de “brincadeira saudável e bem humorada no ambiente de trabalho”.
    Lembrando que com saúde não se brinca, torna-se cada dia mais urgente identificar instrumentos de verificação e de controle do estresse. O segundo passo é a mensuração do grau de controle e do tamanho do risco; Qual o percentual de controle e monitoração? E no percentual já identificado, qual a derivação de doenças ocupacionais e acidentes?
    Diante das muitas variáveis não há como apontar uma causa única e nem uma solução breve para o estresse. Atualmente encontramos organizações que utilizam no seu gerenciamento processos terapêuticos, porém vale ressaltar a necessidade da implantação de um Programa de Gestão do Coletivo, visto que a solução não está no individual. De nada adiantará tratarmos isoladamente o profissional e ignorarmos a equipe da qual ele participa.
    Em um mundo que sociedade moderna traduz-se pelas transformações aceleradas, pela competitividade e pela ausência de fronteiras, há de termos coerência nos discursos e nas práticas, e citando Peter Drucker “estabelecer distinção entre eficiência e eficácia”, ou seja, temos que trabalhar do jeito certo e, fazer o trabalho certo. Temos que cuidar do outro e competir ao mesmo tempo. 1

  • Viva Bem!!!
    19 de março de 2009 | 20:08 Uma doença não-reconhecida e não-percebida, mas que se alastra rapidamente na sociedade moderna. O primeiro passo para traçar o diagnóstico é aprender a identificá-la. Distrações, esquecimentos, diminuição do rendimento levando ao não alcance de metas, faltas e atrasos são sintomas da causa campeã de afastamento do trabalho: o estresse.
    Geralmente o estresse é percebido por uma pessoa próxima do portador desse complexo fenômeno – familiares e/ou colegas de trabalho. Após a percepção as pessoas passam, embasados pelos sintomas, a apelidar a pessoa portadora: esquecidinho, soneca e muitos outros. Os distúrbios íntimos, como os do sono, são alvos fáceis de brincadeiras.
    As organizações possuem metodologias para o controle dos processos de riscos ergonômicos, condições insalubres e periculosas, mas não dispõem para os processos de adoecimento e agravos da saúde do trabalho, que geram transtornos comportamentais e mentais. No mês de junho/2007 um ex-funcionário de uma grande rede do setor de eletrodomésticos ganhou na justiça uma indenização após conseguir a condenação da empresa por danos morais. O autor da ação relatou que era “vítima de terror psicológico e pressão extrema no trabalho”. Os apelidos eram muitos, tais como “lanterninha”, sendo exposto perante outros funcionários em reuniões. Condenada em última instância, à empresa alegou que tudo não passava de “brincadeira saudável e bem humorada no ambiente de trabalho”.
    Lembrando que com saúde não se brinca, torna-se cada dia mais urgente identificar instrumentos de verificação e de controle do estresse. O segundo passo é a mensuração do grau de controle e do tamanho do risco; Qual o percentual de controle e monitoração? E no percentual já identificado, qual a derivação de doenças ocupacionais e acidentes?
    Diante das muitas variáveis não há como apontar uma causa única e nem uma solução breve para o estresse. Atualmente encontramos organizações que utilizam no seu gerenciamento processos terapêuticos, porém vale ressaltar a necessidade da implantação de um Programa de Gestão do Coletivo, visto que a solução não está no individual. De nada adiantará tratarmos isoladamente o profissional e ignorarmos a equipe da qual ele participa.
    Em um mundo que sociedade moderna traduz-se pelas transformações aceleradas, pela competitividade e pela ausência de fronteiras, há de termos coerência nos discursos e nas práticas, e citando Peter Drucker “estabelecer distinção entre eficiência e eficácia”, ou seja, temos que trabalhar do jeito certo e, fazer o trabalho certo. Temos que cuidar do outro e competir ao mesmo tempo.
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  • amigas!
    21 de setembro de 2008 | 23:11 Sei que ando meio distante, mas acontece que ando com muitos problemas e não tenho tempo nem para mim. Quero pedir mil desculpas para minhas amigas. Pois quero que saibam que vcs moram no meu .
    Caso vc queiram mandar notícias ou recadinhos para mim. Pode enviar para soniasalmeida@uol.com.br . Vou fazer o pocivél para responder para todas, tenham a certeza disso. Derrepente o que pode acontecer é demorar um pouquinho. Mas então tá pessoal. Ficarei aguardando notícias. BJKS!!! vou sentir saudades. 1


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