perfil de rosaninha37

rosaninha37

oi gente saudades!!!!
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Sexo: Feminino
Signo: Gêmeos
Sobre mim: uma pessoa apaixonada pela vida ,pela família,pelos amigos e principalmente apaixonada por Jesus...enfim...AMO A VIDA e o que ela me oferece a cada dia!!!
Cidade: Pirassununga - SP
Estado Civil: Casada(o)
Moro: Com meu/minha parceiro(a)

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  • eu e meu BEM!!!!
    eu e meu BEM!!!!
  • Família...tudo de bom!!!!
    Família...tudo de bom!!!!
  • eu e meu bem...diversos momentos!!!!
    eu e meu bem...diversos...
  • diversas....
    diversas....
  • diversas!!!!
    diversas!!!!

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  • Você entende a cabeça dos homens?
    27 de março de 2011 | 09:09 .
    Expert!
    Não restam dúvidas de que você domina o assunto como ninguém. Às vezes, parece entender mais do universo masculino que eles próprios. Sabe tirar proveito de toda essa informação a seu favor, principalmente na paquera e na cama. Cuidado apenas para não assustar o rapaz com tanta sabedoria. Ele gosta de fazer um pouco de mistério e não vai achar graça se você desvendá-lo a todo momento.
    0

  • VOCÊ QUE É INTELIGENTE!!!!
    10 de março de 2011 | 22:10 Exercícios para cérebros enferrujados
    Não deixe de ler..



    De aorcdo com uma peqsiusa
    de uma uinrvesriddae ignlsea,
    não ipomtra em qaul odrem as
    Lteras de uma plravaa etãso,
    a úncia csioa iprotmatne é que
    a piremria e útmlia Lteras etejasm
    no lgaur crteo. O rseto pdoe ser
    uma bçguana ttaol, que vcoê
    anida pdoe ler sem pobrlmea.
    Itso é poqrue nós não lmeos
    cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa
    cmoo um tdoo.
    Sohw de bloa.



    Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito..

    35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5! 0

  • "SER IGNARADO...É UMA DAS PIORES SENSAÇÕES QUE EXISTEM NA VIDA"
    07 de março de 2011 | 11:11 ESTAVA LENDO MEUS EMAILS E QDO LI A ESTE,PENSEI...TENHO QUE POSTAR...


    TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO

    'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'


    'Fingi ser gari por 1 mês e vivi como um ser invisível'


    Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
    'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas
    enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado
    sob esse critério, vira mera sombra social.

    Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

    O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
    um mês como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo.

    Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
    invisíveis, sem nome'.

    Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição
    de sua vida:

    'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
    significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
    pesquisador.

    O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano.

    'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.
    No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço.

    Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro.

    Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
    'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
    Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

    O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
    Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central.

    Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
    andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu.

    Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
    E depois de um mês trabalhando como gari? Isso mudou?
    Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
    E quando você volta para casa, para seu mundo real?
    Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
    inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais.

    Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa.

    Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.

    Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe.

    Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
    nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.

    *Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida! 0


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