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rosacavalini

descobrindo se alguém já me respondeu qual o pior defeito de um homem, aquele
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  • Velórios
    20 de julho de 2009 | 13:01 A primeira vez que estive num velório, eu não esquecerei nunca, foi de um tio do meu ex-namorado. Fui porque ele era muito querido do rapaz que namorava, achei que de alguma forma estar lá seria bom para ele.

    Mais tarde estive em outros velórios, nunca de alguém diretamente ligado a mim, exceto o das minhas avós, mas para dar apoio a pessoas queridas que sofriam de saudades antecipada.

    No velório da minha avó eu chorei, chorei muito, coisa que algumas pessoas que se acham \"chiques\" considerariam \"micão\". Eu sabia que aquele corpo não era a minha avó mais, eu sabia que ela não estaria lá, naquele caixa de madeira com vidrinho para ver o rosto, mas a idéia de não ter aquela pessoa que eu tanto amo (ainda amo) por perto, ver que ela estava indo de verdade, doeu. Também doeu o remorso por todo o tempo que poderia estar com ela e nao estive.

    Neste dia, o dia do enterro da minha avó paterna, quem me acompanhou todo o tempo foi uma pessoa muito especial na minha vida, a mãe do meu ex-namorado. Eu não posso esquecer de maneira nenhuma a importância dela na minha vida, nos nove anos que nos conhecemos.

    Mais tarde ela veio a falecer, uma pessoa tão iluminada e especial não poderia ficar mais tempo na terra, sua missão foi curta mas de extrema importância na vida de tantas pessoas, na minha vida também. As lições aprendidas com ela servem para mim até hoje, e não existe um dia que eu deixe de lembrar dela.

    Ainda assim, parece cinismo, eu não participei do seu funeral. Na época eu já não estava namorando o seu filho, que na verdade tinha outra companheira; vindo de grande família eu senti que o meu apoio no momento seria mínimo, que a minha presença iria provocar embaraço, que a pessoa que mais importava naquele momento era ela. Não, não acredito que sua alma estaria lá, por isso orei da minha casa.

    Sua presença em meus sonhos e frequente e extremamente confortadora. Ela nao era a minha ex-futura-sogra, muito jovem para ser considerada minha mãe, ela era uma irmã, uma amiga querida, uma luz que nunca deixará de brilhar.

    Todo velório deveria ser uma celebração, terminam-se as dores e provaçoes desta vida. Mas acabamos sempre nos deixando levar pelas saudades antecipadas, pelo sentimento de perda.

    Queria eu sentir algo diferente e ser capaz de transmitir a tranquilidade merecida aos que ficam, queria eu saber celebrar a morte, pois a vida continua do outro lado, de uma forma ou de outra, não importa a sua crença. 2

  • A insanidade e a idéia da maternidade
    18 de julho de 2009 | 15:03 Eu sou daquelas mulheres que acha que a família ideal não deve ter mais de 1 ou dois filhos. Tendo gemêos eu definitivamente optei pela família padrão: 4 pessoas, casal e dois filhos, primeiros e únicos.

    Não é fácil ser mãe: é uma constante luta entre o velho e o novo, o correto e o incorreto feito pelos nossos pais, as novas idéias para sermos melhores e, enfim, os novos fracassos e as novas vitórias.

    Fracassar é HUMANO! Mas filhos são seres humanos, eles serão parte da futura sociedade, e eu espero que eles sejam no futuro: realizados, felizes, honestos, bem sucedidos. A felicidade em primeiro lugar, o resto é consequência.

    Com todas as desvantagens do contraceptivo para uma mulher da minha idade, meu marido então optou pelo caminho mais simples para ambos: vasectomia.

    Tudo parece muito simples, mas o parece insano é o estranho sentimento de dizermos um para o outro \"seremos definitivamente nós quatro\". Meu marido parece muito confortável com a idéia, mas para mim este ponto final é estranho e provoca o estranho sentimento de incerteza observando os outros bebês, as outras mães felizes da vida com seus 4 ou cinco filhos.

    Como mae eu sei que não tenho nada a oferecer, um filho a mais é mais amor para receber e a incerteza de acertar na decisao.

    Entao eu me acho quase insana ao vacilar na minha decisao final.

    bye

    Rosa 4

  • Os passos para a adoção
    25 de maio de 2009 | 14:02 Você quer adotar uma criança, mas não sabe por onde começar? Então, saiba que não está sozinho.

    De acordo com a pesquisa Percepção da População Brasileira sobre a Adoção, da Associação dos Magistrados Brasileiros, feita em 2008, a maior parte da população brasileira não sabe quais são os passos para a adoção. Os números espantam: cerca de 37% deles procurariam crianças e maternidades e 28% em abrigos. Apenas um terço recorreria ao local certo, as Varas da Infância e Juventude espalhadas pelo país.
    Para ajudá-lo nessa tarefa, a Crescer listou os 10 passos principais que você deve seguir. Confira:

    1. Procure o Juizado da Infância e da Juventude mais próximo de sua casa para entrar no Cadastro Nacional de Adoção (se preferir, você pode contratar um advogado de Família de sua confiança, especializado em processos de adoção). Ligue antes para saber quais documentos levar – eles variam entre os juizados. Pessoas solteiras, divorciadas e judicialmente separadas também podem adotar, desde que sejam maiores de 18 anos (artigo 1618 do Código Civil) e pelo menos 16 anos mais velho que o adotado (art. 1.619) . A Justiça ainda não prevê adoção por casais homossexuais, mas é cada vez mais comum pais do mesmo sexo conseguirem registrar a criança no nome dos dois após decisões judiciais.

    2. No cadastro, indique o perfil da criança que deseja. Você pode escolher o sexo, a idade (no caso de crianças maiores de 3 anos, é chamada de adoção tardia), o tipo físico e as condições de saúde. Pense com calma e converse com outros pais para saber o que é bacana e o que não é em cada escolha.

    3. Até dois meses, uma psicóloga do juizado agendará uma entrevista para conhecer seu estilo de vida, renda financeira e estado emocional. Ela também pode achar necessário que uma assistente social visite sua casa para avaliar se a moradia está em condições de receber uma criança. Teoricamente, o poder aquisitivo influencia, mas não é decisório.

    4. A partir das informações no seu cadastro e do laudo final da psicóloga, o juiz dará seu parecer. Isso pode demorar mais um mês, dependendo do juizado. Com sua ficha aprovada, você ganhará o Certificado de Habilitação para Adotar, válido por dois anos em território nacional.

    5. Sua ficha pode não ser aprovada. O motivo pode ser desde a renda financeira até um estilo de vida incompatível com a criação de uma criança. Se isso acontecer, procure saber as razões. Você poderá fazer as mudanças necessárias ou até mesmo recorrer à Justiça e começar o processo novamente.

    6. Com o certificado, você entrará automaticamente na fila de adoção nacional e aguardará até aparecer uma criança com o perfil desejado. Ou poderá usar o certificado para adotar alguém que conhece. Nesse caso, o processo é diferente: você vai precisar de um advogado para entrar com o pedido no juizado.

    7. A espera pela criança varia conforme o perfil escolhido. Meninas recém-nascidas, loiras, com olhos azuis e saúde perfeita – a maioria dos pedidos – podem demorar até cinco anos. A lei não proíbe, mas alguns juízes são contra a separação de irmãos e podem lhe dar a opção de adotar a família toda. E não esqueça: a adoção depende do consentimento dos pais ou dos representantes legais de quem se deseja adotar, além da concordância deste - se tiver mais de 12 anos. A exceção fica para o caso de criança ou adolescentes cujos pais sejam desconhecidos, falecidos ou tenham sido destituídos do poder familiar (o antigo pátrio poder).
    8. Você é chamado para conhecer uma criança. Se quiser, já pode levá-la para casa. Quando o relacionamento corre bem, o responsável recebe a guarda provisória, que pode se estender por um ano. No caso dos menores de 2 anos, você terá a guarda definitiva. Crianças maiores passam antes por um estágio de convivência, uma espécie de adaptação, por tempo determinado pelo juiz e avaliado pela assistente social.

    9. Depois de dar a guarda definitiva, o juizado emitirá uma nova certidão de nascimento para a criança, já com o sobrenome da nova família. Você poderá trocar também o primeiro nome dela. As relações de parentesco se estabelecem não só entre o adotante e o adotado, como também entre aquele e os descendentes deste e entre o adotado e todos os parentes do adotante.

    10. E, por fim, lembre-se do mais importante: o vínculo de amor não depende da genética.
    (fonte: revista crescer on line: http://revistacrescer.globo.com) 4


- recados (5)


  • lularossi
    lularossi
    27 de agosto de 2010 | 09:09

    Oi Rosa, se vc acessar este site, me mande notícias suas. Quero saber como você está. Com amor, Lú



  • Thais_tha_
    Thais_tha_
    23 de junho de 2010 | 18:06

    Oi amigaa como vc está??

    beijinhos



  • bacana_geminiana
    bacana_geminiana
    18 de junho de 2010 | 20:08

    Oi Rosa com vai você?




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