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04 de janeiro de 2011 | 19:07
“Eu tenho um sonho”
Martin Luther King (28/08/1963)
“Eu Tenho Um Sonho” (título original em inglês: “I Have a Dream”) é o nome popular dado ao histórico discurso público feito pelo ativista político norte americano. Martin Luther King, Jr., no qual falava da necessidade de união e coexistência harmoniosa entre negros e brancos no futuro. O discurso, realizado no dia 28 de agosto de 1963 nos degraus do Lincoln Memorial em Washington, D.C. como parte da Marcha de Washington por Empregos e Liberdade, foi um momento decisivo na história do Movimento Americano pelos Direitos Civis. Feito em frente a uma platéia de mais de duzentas mil pessoas que apoiavam a causa, o discurso é considerado um dos maiores na história (Wikipédia):
“Eu estou contente em unir-me com vocês no dia que entrará para a história como a maior demonstração pela liberdade na história de nossa nação.
Cem anos atrás, um grande americano, na qual estamos sob sua simbólica sombra, assinou a Proclamação de Emancipação. Esse importante decreto veio como um grande farol de esperança para milhões de escravos negros que tinham murchados nas chamas da injustiça. Ele veio como uma alvorada para terminar a longa noite de seus cativeiros.
Mas cem anos depois, o Negro ainda não é livre.
Cem anos depois, a vida do Negro ainda é tristemente inválida pelas algemas da segregação e as cadeias de discriminação.
Cem anos depois, o Negro vive em uma ilha só de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos depois, o Negro ainda adoece nos cantos da sociedade americana e se encontram exilados em sua própria terra. Assim, nós viemos aqui hoje para dramatizar sua vergonhosa condição.
De certo modo, nós viemos à capital de nossa nação para trocar um cheque. Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam assinando uma nota promissória para a qual todo americano seria seu herdeiro. Esta nota era uma promessa que todos os homens, sim, os homens negros, como também os homens brancos, teriam garantidos os direitos inalienáveis de vida, liberdade e a busca da felicidade. Hoje é óbvio que aquela América não apresentou esta nota promissória. Em vez de honrar esta obrigação sagrada, a América deu para o povo negro um cheque sem fundo, um cheque que voltou marcado com “fundos insuficientes”.
Mas nós nos recusamos a acreditar que o banco da justiça é falível. Nós nos recusamos a acreditar que há capitais insuficientes de oportunidade nesta nação. Assim nós viemos trocar este cheque, um cheque que nos dará o direito de reclamar as riquezas de liberdade e a segurança da justiça.
Nós também viemos para recordar à América dessa cruel urgência. Este não é o momento para descansar no luxo refrescante ou tomar o remédio tranqüilizante do gradualismo.
Agora é o tempo para transformar em realidade as promessas de democracia.
Agora é o tempo para subir do vale das trevas da segregação ao caminho iluminado pelo sol da justiça racial.
Agora é o tempo para erguer nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a pedra sólida da fraternidade. Agora é o tempo para fazer da justiça uma realidade para todos os filhos de Deus.
Seria fatal para a nação negligenciar a urgência desse momento. Este verão sufocante do legítimo descontentamento dos Negros não passará até termos um renovador outono de liberdade e igualdade. Este ano de 1963 não é um fim, mas um começo. Esses que esperam que o Negro agora estará contente, terão um violento despertar se a nação votar aos negócios de sempre.
Mas há algo que eu tenho que dizer ao meu povo que se dirige ao portal que conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso legítimo direito, nós não devemos ser culpados de ações de injustiças. Não vamos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio. Nós sempre temos que conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física com a força de alma. Nossa nova e maravilhosa combatividade mostrou à comunidade negra que não devemos ter uma desconfiança para com todas as pessoas brancas, para muitos de nossos irmãos brancos, como comprovamos pela presença deles aqui hoje, vieram entender que o destino deles é amarrado ao nosso destino. Eles vieram perceber que a liberdade deles é ligada indissoluvelmente a nossa liberdade. Nós não podemos caminhar só.
E como nós caminhamos, nós temos que fazer a promessa que nós sempre marcharemos à frente. Nós não podemos retroceder. Há esses que estão perguntando para os devotos dos direitos civis, “Quando vocês estarão satisfeitos?”
Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos horrores indizíveis da brutalidade policial. Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto nossos corpos, pesados com a fadiga da viagem, não poderem ter hospedagem nos motéis das estradas e os hotéis das cidades. Nós não estaremos satisfeitos enquanto um Negro não puder votar no Mississipi e um Negro em Nova Iorque acreditar que ele não tem motivo para votar. Não, não, nós não estamos satisfeitos e nós não estaremos satisfeitos até que a justiça e a retidão rolem abaixo como águas de uma poderosa correnteza.
Eu não esqueci que alguns de você vieram até aqui após grandes testes e sofrimentos. Alguns de você vieram recentemente de celas estreitas das prisões. Alguns de vocês vieram de áreas onde sua busca pela liberdade lhe deixaram marcas pelas tempestades das perseguições e pelos ventos de brutalidade policial. Você são o veteranos do sofrimento. Continuem trabalhando com a fé que sofrimento imerecido é redentor. Voltem para o Mississippi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para Louisiana, voltem para as ruas sujas e guetos de nossas cidades do norte, sabendo que de alguma maneira esta situação pode e será mudada. Não se deixe caiar no vale de desespero.
Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.
Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença – nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.
Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.
Esta é nossa esperança. Esta é a fé com que regressarei para o Sul. Com esta fé nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, para ir encarcerar juntos, defender liberdade juntos, e quem sabe nós seremos um dia livre. Este será o dia, este será o dia quando todas as crianças de Deus poderão cantar com um novo significado.
“Meu país, doce terra de liberdade, eu te canto.
Terra onde meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos,
De qualquer lado da montanha, ouço o sino da liberdade!”
E se a América é uma grande nação, isto tem que se tornar verdadeiro.
E assim ouvirei o sino da liberdade no extraordinário topo da montanha de New Hampshire.
Ouvirei o sino da liberdade nas poderosas montanhas poderosas de Nova York.
Ouvirei o sino da liberdade nos engrandecidos Alleghenies da Pennsylvania.
Ouvirei o sino da liberdade nas montanhas cobertas de neve Rockies do Colorado.
Ouvirei o sino da liberdade nas ladeiras curvas da Califórnia.
Mas não é só isso. Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Pedra da Geórgia.
Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Vigilância do Tennessee.
Ouvirei o sino da liberdade em todas as colinas do Mississipi.
Em todas as montanhas, ouviu o sino da liberdade.
E quando isto acontecer, quando nós permitimos o sino da liberdade soar, quando nós deixarmos ele soar em toda moradia e todo vilarejo, em todo estado e em toda cidade, nós poderemos acelerar aquele dia quando todas as crianças de Deus, homens pretos e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão unir mãos e cantar nas palavras do velho spiritual negro:
“Livre afinal, livre afinal.
Agradeço ao Deus todo-poderoso, nós somos livres afinal.”
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30 de novembro de 2010 | 21:09
"Conflitos crescem no ambiente corporativo" - Revista Vencer
Conflito. Ao ouvir essa palavra o cérebro humano rapidamente a associa a problemas ou simplesmente a algo negativo. Dentro do ambiente corporativo nem sempre o conflito é visto como algo completamente maléfico, pois, dependendo do motivo que acontece, pode acabar por motivar a equipe a tomar iniciativas diferenciadas das recorrentes, que resultarão no melhor aproveitamento. No entanto, uma organização é composta por pessoas, que por natureza tendem a ser conflituosas em suas relações. Para Irene Azevedo, Associated partner da Kimbaum-Keseberg & Partners - uma das cinco maiores no setor de seleção, recrutamento de altos executivos e consultoria de capital humano -, a tendência mais comum hoje nas organizações é a presença do conflito disfuncional, ou seja, aquele que contamina o bom relacionamento entre os funcionários. Confira a entrevista com a especialista:
Qual é o papel do conflito nas organizações?
Irene Azevedo: O conflito às vezes é absolutamente necessário para o desenvolvimento de uma empresa e para forçá-la a ter uma visão internacionalista a respeito. Existem os conflitos funcionais e os disfuncionais, ou seja, aqueles que ajudam a atingir os objetivos planejados e outros, que apenas complicam. O conflito funcional caracteriza-se, por exemplo, pela incompatibilidade de opinião entre pessoas ou grupos distintos, mas que ao final de um debate poderão chegar a um acordo. Este tipo de conflito apóia os objetivos do grupo e melhora o desempenho da organização. Já o conflito disfuncional é o mais presente dentro das empresas. Caracteriza-se por prejudicar o desempenho do grupo devido ao surgimento de problemas de relacionamento interpessoais e não da divergência de tarefas.
Qual é o conflito mais destrutivo que existe hoje no ambiente corporativo?
Irene Azevedo: Um conflito bastante prejudicial a uma empresa acontece quando há a presença de um profissional detentor de uma agenda oculta, ou seja, preocupado apenas com seu próprio objetivo e não com o objetivo corporativo. É aquela pessoa que socializa os prejuízos (resultados negativos) e privatiza os lucros. Os erros são da equipe e os acertos, dele. Para evitar que profissionais com esse perfil integrem uma equipe, é preciso que durante o recrutamento se dê prioridade às pessoas que tenham maior facilidade para o trabalho em equipe, humildade para aprender e espírito de liderança.
O que mais impede a harmonia no ambiente corporativo?
Irene Azevedo: A existência de profissionais-problemas é a principal causa de desarmonia no ambiente corporativo. Aqueles que têm agenda oculta são preguiçosos, desequilibrados emocionalmente ou que exercem a liderança negativamente são alguns exemplos. Pessoas desequilibradas emocionalmente tendem a ser em longo prazo, completamente extintas das organizações.
Como um líder pode agir negativamente e prejudicar a corporação?
Irene Azevedo: A partir do momento em que o líder assume seu papel e começa a delegar atividades, é preciso que tenha o mínimo de controle e acompanhe cada etapa até a conclusão. É necessário também saber delegar. As pessoas geralmente não estão preparadas uniformemente para compartilhar decisões dentro das organizações. O líder criará conflitos inter pessoais e afetará os resultados se distribuir tarefas indiscriminadamente e sem nenhum mecanismo de controle. Grandes problemas ocorrem porque muitos líderes fazem aos outro o que gostariam que fizessem para eles, esquecendo-se de que os seres humanos têm necessidades diferentes.
Apenas os conflitos interpessoais que envolvem problemas de relacionamento devem ser preocupantes ou há outros tipos?
Irene Azevedo: O conflito de tarefas (conteúdo e objetivos) pode ser um obstáculo, se aliado a um conflito de relacionamento. No entanto, se aparecer isoladamente favorecerá a discussão, que levará à conclusão de que essa ou aquela tarefa poderá ser realizada de maneira diferente da praticada. A base do conflito no final deve estar nos relacionamentos humanos e na capacidade que as pessoas têm de se relacionar entre si.
Existem técnicas para que os conflitos sejam administrados?
Irene Azevedo: Sim, muitas. Uma delas, por exemplo, é o uso de metas superordenadas. Ou seja, o gestor só consegue cumprir sua meta se todos os outros departamentos cumprirem as deles. Com isso, os funcionários são estimulados a compartilhar e pensar na companhia como um todo. Faz-se necessário ressaltar, já que muitas empresas cometem diariamente o grave erro, que a utilização de metas individuais cria um conflito bastante sério dentro das empresas, a partir do momento que estimula a não consideração do conjunto.
Em um processo de fusão, qual é o papel do líder e de sua equipe para evitar conflitos de relacionamento?
Irene Azevedo: Quando há a fusão é preciso pensar efetivamente numa maneira de integrar as novas pessoas na nova cultura, para que o processo seja mais suave. O líder não pode simplesmente fazer a fusão, olhar os processos e alocar as pessoas. É preciso lembrar que serão elas as responsáveis pelo bom funcionamento do negócio. Um processo de fusão bem feito consiste na incorporação dos funcionários baseada na melhor adequação das pessoas às novas atividades. Se a fusão não for bem comunicada e norteada, há enorme risco de se perderem talentos para o mercado.
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22 de novembro de 2010 | 21:09
Comandar muitos é o mesmo que comandar poucos. Tudo é uma questão de organização. Controlar muitos ou poucos é uma mesma e única coisa. É apenas uma questão de formação e sinalizações.
Lembra os nomes de todos os oficiais e subalternos. Inscreve-os num catálogo, anotando-lhes o talento e a capacidade individuais, a fim de aproveitar o potencial de cada um. (...) Age de tal forma que todos os que deves comandar estejam persuadidos que teu principal cuidado é preservá-los de toda desgraça.
Líderes voltados para o trabalho em equipe é outra característica do bem sucedido da administrar. Segundo Maximiano (2002, p. 211):
Para racionalizar a utilização da mão-de-obra, a empresa tem agrupar os operários em equipes, com um líder em vez de um supervisor. As equipes receberam um conjunto de tarefas de montagem e a missão de trabalhar coletivamente de modo a executá-las da melhor maneira possível. O líder deveria trabalhar junto com o grupo e coordenado, substituindo qualquer trabalhador que faltasse.
Conforme Correa (2007, p. 26):
Enquanto em boa parte das empresas o principal motor do crescimento é o reconhecimento do sucesso individual - que se manifesta no pagamento de bônus atrelados ao cumprimento de metas, em programa de opções de ações e na ascensão meteórica na carreira - a empresa tem que move os funcionários é a certeza de que é possível fazer mais e melhor a cada dia, o chamado Kaisen. Todos os empregados devem ser eternos insatisfeitos, buscando obsessivamente a qualidade - uma lógica que se aplica do operário ao presidente e que privilegia o trabalho em grupo.
Em 2003, O´Neill (2003, p. 52) foi ao Japão realizar um estudo sobre a vida, cultura e Filosofia dos Samurais e ao voltar ele relata sutilmente algo que chamou sua atenção:
Quando estive em Kamatura, hoje, um subúrbio de Tóquio, os turistas apinhavam o centro da cidade. Eles estavam lá para fotografar a floração das cerejeiras que haviam desabrochado em tons de rosa naquele ameno domingo de abril. Os samurais identificavam-se com a frágil e transitória beleza das cerejeiras.
Escreviam poemas sobre essas árvores e davam festas para que se apreciasse sua floração.
CONCLUSÃO
Ao longo dos anos muitos estudiosos procuraram pesquisar e entender as razões do sucesso da administração japonesa, entre eles destaca-se William Ouchi. Ouchi atrelava ao sucesso da gestão os valores e hábitos herdados do Período Feudal, onde havia cooperação e colaboração de todos os integrantes de um feudo (MAXIMIANO, 2002).
Desta maneira, Marx (apud RIMA, 1987, P. 227) já considerava que “o modo de produção na vida material determinava o caráter geral dos processos social, político e espiritual da vida”. E esta filosofia se encaixa com o comportamento de cada colaborador, pois o comprometimento com a organização é semelhante com a postura de um Samurai ao seu senhor. Esta pesquisa não teve por finalidade, explicar o sucesso, através do seu traço cultural.
Por fim, os japoneses restauraram sua soberania e recuperaram o orgulho nacional que haviam perdido ao término da segunda guerra. Não pela militarização, já que o país foi desmilitarizado, mas sim pelo seu estilo de gestão corporativa responsável pela modernização nacional. Mas a lição mais importante e bem sucedida aplicada deste povo segundo Ferri (apud Gamashiro, 1993, p. 13) foi a de:
Aprender a utilidade da cortesia para viver sem armas. E o holocausto em que se viram envolvidos na guerra do Pacífico em Okinawa não foi senão penosa confirmação de que estavam prematuramente certos e de que esse é o único caminho para convivência moderna e civilizada dos homens entre si. Uma lição que o mundo não está pronto para aprender.
REFERÊNCIAS
IMAI, Massaki. Kaisen - A Estratégia Para o sucesso Competitivo. São Paulo: IMAN, 1992.
MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração: da revolução urbana à revolução digital. São Paulo: Editora Atlas, 2002. 3 ed.
TEIXEIRA, D. A Número Um do Mundo. Veja São Paulo: Editora Abril, ed. 2006. ano 40, p. 90-91, Maio 2007.
TZU, Sun. A Arte da Guerra. Porto Alegre: L e M Pocket, 2004.
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21 de junho de 2010 | 14:02
oi
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07 de março de 2010 | 15:03
eu tenho 17, mas pq a pergunta?
ehiauehiauehiauheiu
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28 de setembro de 2007 | 13:01
bom dia
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