AMADURECER
"Amadurecer, v. tr. e intr. tornar maduro; sazonar; fig. tornar-se prudente."
… Sazonar por aí neste intervalo de tempo de ausência tem-me deixado a marca indelével das saudades.
A vontade de escrever foi muitas vezes eclipsada pelo tempo que se escoa demasiadamente rápido.
Nesta semana não tem havido espaço (e concentração, admito), para as palavras, pelo menos aqui, neste meu cantinho.
Mas elas, as palavras, fazem-me falta, mesmo que surjam neste regresso tímido, assim de porta entreaberta e sustendo a respiração, com medo do pó que se irá levantar ao regressar a esta casa de janelas semicerradas…
Foi o tempo justo de amadurecer, testar a experiência da prudência, entender muitas coisas de mim e da vida.
A pessoa que hoje aqui volta (sem certezas de continuidade), é diferente da que partiu há uns dias atrás… Quero crer estar melhor, sinto essa alteração em muitas partículas da minha existência e o que vivo, vivi, viverei, é uma caminhada inesperada, um trilho surpreendente, um rumo a uma nova pessoa.
Amadureci, endureci, cresci… crisálida ainda, quem sabe lagarta, mas a aprender, continuamente a aprender e a sorver múltiplas sensações e emoções.
Rescaldos não existem, não é tempo para isso.
É tempo, sim, de olhar para trás e analisar um percurso: o de uma vida inteira, o de um círculo que se fecha.
Queria ser uma pessoa nova e límpida, tento-o e por vezes consigo tocar esse objetivo, outras nem por isso… mas neste jogo de perfeição/imperfeição a que nos resume a condição humana continuo, a sorrir, porque ainda acredito no amor e na eternidade do mesmo.
É o que me sobra.
É o que me basta.
MBB
Decálogo Voto Ético
Eis aqui alguns balizamentos fundamentais sobre o uso ético do voto do cidadão –principalmente o evangélico a Brasileira (AEVB).
I – O voto é intransferível e inegociável. Com ele o cristão expressa sua consciência como cidadão. Por isso, o voto precisa refletir a compreensão que o cristão tem de seu País. Estado e Município;
II – O cristão não deve violar a sua consciência política. Ele não deve negar sua maneira de ver a realidade social, mesmo que um líder da igreja tente conduzir o voto da comunidade numa outra direção;
III – Os pastores e líderes têm obrigação de orientar os fiéis sobre como votar com ética e com discernimento. No entanto, devem evitar transformar o processo de elucidação política num projeto de manipulação e indução político-partidário;
IV – Os líderes evangélicos devem ser lúcidos e democráticos. Portanto, melhor do que indicar em quem a comunidade deve votar, é organizar debates multipartidários, nos quais, simultânea ou alternadamente, os vários representantes de correntes políticas possam ser ouvidos sem preconceitos;
V – A diversidade social, econômica e ideológica que caracteriza a igreja evangélica no Brasil, deve levar os pastores a não tentarem conduzir processos político-partidários dentro da igreja, sob pena de que, em assim fazendo, eles dividam a comunidade em diversos partidos;
VI – Nenhum cristão deve se sentir obrigado a votar em um candidato pelo simples fato de ele se confessar cristão evangélico. Antes disso, os evangélicos devem discernir se os candidatos ditos cristãos, são pessoas lúcidas e comprometidas com as causas de justiça e da verdade. E mais: é fundamental que o candidato evangélico queira se eleger para propósitos maiores do que apenas defender os interesses que passam também pela dimensão política. Todavia, é mesquinho e pequeno demais pretender eleger alguém apenas para defender interesses restritos às causas temporais da igreja. Um político evangélico tem que ser, sobretudo, um evangélico na política e não apenas um “despachante” de Igrejas;
VII – Os fins não justificam os meios. Portanto, o eleitor cristão não deve jamais aceitar a desculpa de que um político evangélico votou de determinada maneira, apenas porque obteve a promessa de que, em fazendo assim, ele conseguirá alguns benefícios para a igreja, sejam rádios, concessões de TV, terrenos para templos, linhas de crédito bancário, propriedades ou outros “trocos”, ainda que menores. Conquanto todos assumamos que nos bastidores da política haja acordos e composições de interesses, não se pode, entretanto, admitir que tais “acertos” impliquem na prostituição da consciência de um cristão, mesmo que a “recompensa seja, aparentemente, muito boa para a expansão da causa evangélica. Afinal, Jesus não aceitou ganhar os “reinos deste mundo” por quaisquer meios. Ele preferiu o caminho da cruz;
VIII – Os eleitores evangélicos devem votar baseados em programas de governo, e não apenas em função de “boatos” do tipo: “O candidato tal é ateu”; ou: “O fulano vai fechar as igrejas”. Ou o sicrano não vai dar nada aos evangélicos”; ou ainda: “O beltrano é bom porque dará muito para os evangélicos”. É bom saber que a Constituição do país não dá a quem quer que seja, o poder de limitar a liberdade religiosa de qualquer grupo. Além disso, é válido observar que aqueles que espalham tais boatos, quase sempre, têm a intenção de induzir os votos dos eleitores assustados e impressionados, na direção
de um candidato com o qual estejam comprometidos;
IX – Sempre que um eleitor evangélico estiver diante de um impasse do tipo: “o candidato evangélico é ótimo, mas seu partido não é o que eu gosto”, é de bom alvitre que, ainda assim, se dê um “voto de confiança” a esse irmãos na fé, desde que ele tenha as qualificações para o cargo. A fé deve ser prioritária às simpatias ideológico-partidárias.
X – Nenhum eleitor evangélico deve se sentir culpado por ter opinião política diferente da de seu pastor ou líder espiritual. O pastor deve ser obedecido em tudo aquilo que ele ensina sobre a Palavra e Deus, de acordo com ela. No entanto, no âmbito político, a opinião do pastor deve ser ouvida apenas como a palavra de um cidadão, e não como uma profecia divina”.
Pense nisso e aja assim!
MBB
RESPEITO
É comum, em nossos dias, ouvirmos reclamações por parte de pessoas que se sentiram desrespeitadas em seus direitos.
É o médico que marca uma hora com o paciente e o deixa esperando por longo tempo, sem dar satisfação.
É o advogado que assume uma causa e depois não lhe dá o encaminhamento necessário, deixando o cliente em situação difícil.
É o contador que se compromete perante a empresa em providenciar todos os documentos exigidos por lei e, passados alguns meses, a empresa é autuada por irregularidades que este diz desconhecer.
É o engenheiro que toma a responsabilidade de uma obra, que mais tarde começa a ruir, sem que este assuma a parte que lhe diz respeito.
É o político que promete mundos e fundos e, depois de eleito, ignora a palavra empenhada juntos aos seus eleitores.
Esses e outros tantos casos acontecem com freqüência nos dias atuais.
É natural que as pessoas envolvidas em tais situações, exponham a sua indignação junto à sociedade, e reclamem os seus direitos perante a justiça.
Todavia, vale a pena refletirmos um pouco sobre a origem dessa falta de honradez por parte de alguns cidadãos.
Temos de convir que todos eles passaram pela infância e, em tese, podemos dizer que não receberam as primeiras lições de honra como deveriam.
Quando os filhos são pequenos, não damos a devida atenção às suas más inclinações, ou, o que é pior, as incentivamos com o próprio exemplo.
Se nosso filho desrespeita os horários estabelecidos, não costumamos cobrar dele uma mudança de comportamento.
Se prometem alguma coisa e não cumprem, não lhes falamos sobre a importância da palavra de honra. Assim, a palavra empenhada não é cumprida, e nós não fazemos nada para que seja.
Ademais, há pais que são os próprios exemplos de desonra.
Prometem e não cumprem.
Dizem que vão fazer e não fazem.
Falam, mas a sua palavra não tem o peso que deveria.
É importante que pensemos a respeito das causas antes de reclamar dos efeitos.
É imprescindível que passemos aos filhos lições de honradez.
Ensinar aos meninos que as irmãs dos outros devem ser respeitadas tanto quando suas próprias irmãs.
Que a palavra sempre deve ser honrada por aquele que a empenha.
Ensinar o respeito aos semelhantes, não os fazendo esperar horas e horas para só depois atender como que estivéssemos fazendo um grande favor.
Enfim, ensinar-lhes a fazer aos outros o que gostariam que os outros lhes fizessem, conforme orientou Jesus.
Não há efeito sem causa.
Todo efeito negativo, tem uma causa igualmente negativa.
Por essa razão, antes de reclamar dos efeitos, devemos pensar se não estamos contribuindo com as causas, direta ou indiretamente.
Pense nisso!
MBB
Do silêncio, do nada, da morte em vida, voltei, pois assim foi possível, assim me encontrei, afastada?
Quem sabe, no reencontro, do não adeus.. mas de volta, sem precisar chegar.
Que saudades, de todos, de mim aqui neste lugar onde sinto-me em casa...
Dos nossos papos, das varandas virtuais, ee volta, meio torta, atortoada pelo tempo, da diferença, do agora...
Voltei, sem cartas, sem novidades... voltei pela saudade, voltei por cada uma que aqui fiz de amigo e amiga...
Como precisava, rever o que nunca vi
Ler o que guardei, nunca li...
Estou assim, com saudades, sem sentir!
Sem verdades, mas também sem mentir!
Como é bom, receber o que não foi dado!
Devolver o que não foi tomado,!
E por um instante dizer...
-Eu sobrevivi, sem querer, sem sentir, sem morrer, pois viví...
Viví da saudade, do momento abstrato mas de volta, longe de todos, mas muito perto daqui...
MBB
No final de um certo dia alguém se dirigiu a mim e disse:
“Hoje foi um daqueles terríveis dias comuns”.
Acho interessante como muitos têm uma visão equivocada sobre os “dias comuns”.
Dias comuns são aqueles em que tudo foi exatamente como sempre havia sido antes. Normalmente eles são conhecidos como tediosos e maçantes.
Para mim, os “dias comuns” têm grande valor.
Sabe por quê?
Nos dias comuns eu não estou doente nem estou com dor (quando tenho alguma dor, o dia não é comum).
Nos dias comuns ninguém que eu amo faleceu ou está muito doente (quando alguém que eu amo está sofrendo, os dias não são comuns).
Nos dias comuns não perco o emprego, nem me chateio com alguém de lá.
Nos dias comuns a minha vida não está envolvida em nenhum escândalo ou catástrofe.
Nos dias comuns as pessoas que eu amo também me amam e não estão “de mal” comigo.
Nos dias comuns eu não passo fome nem frio.
Nos dias comuns eu não participo das guerras, nem vejo a morte bem perto de mim.
Nos dias comuns o sol não provocou uma seca, nem a chuva provocou uma enchente.
Nos dias comuns não sou assaltada nem seqüestrada.
Nos dias comuns os amigos não me traem.
Nos dias comuns eu estou em paz.
Percebeu?
Dias comuns podem se tornar tediosos, mas dias “diferentes” (não comuns), podem ser muito difíceis e sofridos.
Por isso, prefiro os dias comuns e escolho valorizá-los.
O segredo está em descobrir os privilégios que se oferecem a cada momento de sua vida, quer sejam em dias normais, quer sejam em dias extraordinários…
A expressão “dias comuns”, utilizada aqui, frise-se, é apenas figurativa, pois a meu sentir, todos os dias têm a sua peculiaridade, todos os dias estamos aprendendo novas coisas, vivendo novas experiências, descobrindo algo novo…
Se assim não ocorre com você, melhor reavaliar sua vida e deixar o tédio, a monotonia de lado…
Viva, pois como se o hoje fosse seu ultimo dia e verá que do “comum” tornar-se-á maravilhoso É como sempre digo: a vida é agora!
No ordinário dos dias comuns eu vejo a luz que me envolve e me guia sempre para o melhor caminho a trilhar.
Por isso sou grata pela beleza dos “dias comuns”.
Pense nisso!
Miriam
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Alguma vez já pensou aonde vão as águias quando a tormenta vem?
Onde é que elas se escondem?
Elas não se escondem.
Abrem suas asas que podem voar a uma velocidade de até 90km/h, e enfrentam a tormenta.
Elas sabem que as nuvens escuras, a tempestade e os choques elétricos podem ter uma extensão de 30 a 50m, mas lá em cima brilha o sol.
Nessa luta terrível podem perder penas, podem se ferir, mas não temem e seguem em frente.
Depois, enquanto todo mundo fica às escuras embaixo, elas voam vitoriosas e em paz, lá em cima.
Finalmente, as águias também morrem, mas alguma vez você achou por aí um cadáver de águia?
De galinha talvez, de cachorro ou de pombo, quem sabe até de um bicho de mato nessa extensas estradas de reserva ecológica, mas cadáver de águia você não encontra.
Sabe por quê ?
Porque quando elas sentem que chegou a hora de partir, não se lamentam nem ficam com medo.
Procuram com seus olhos o pico mais alto, tiram as últimas forças de seu cansado corpo e voam aos picos inatingíveis e aí esperam resignadamente o momento final.
Até para morrer elas são extraordinárias.
Talvez por isso o profeta Isaías compara os que confiam no Senhor com águias.
Quem sabe hoje você tem diante de si um dia cheio de desafios.
Alguns deles podem parecer impossíveis de ser vencidos, mas lembre-se: descanse no Senhor, passe o tempo com Ele e depois parta para a luta, sabendo que depois daquela tormenta brilha o sol.
"Mas os que esperam no Senhor, renovam as suas força; subirão como asas como águia; correrão e não se cansarão; andarão e não se fatigarão"
Isaías 40:31
Miriam
A mulher madura quando se apaixona
Não pressiona.
Ela é paciente e cordial,
Não leva pro pessoal.
Sofre calada,
Quase que resignada.
Mas sabe a hora de falar
Sem ter que a cabeça baixar.
Ama com paixão,
Com uma certa devoção.
É bem-humorada,
E muito melhor arrumada.
Seu perfume é suave,
E ela não é um entrave.
Ela sabe o que quer
E adora ser mulher.
É mais companheira,
Não é traiçoeira.
Ela tem mais tesão,
Um verdadeiro furacão.
É mais confiante
E muito melhor amante.
É mais decidida
E melhor resolvida!
É gata manhosa, generosa,
E mulher mais carinhosa.
Sua prosa é boa
E não fala palavras à toa.
É boa de cama, mesa e banho,
E tem um coração sem tamanho.
Ao contrário do que acontece,
Quando um homem ela conhece,
Lhe dá 100% de crédito,
Todos sabem: isso é inédito.
É ele quem se tira os pontos,
Perde as próprias chances, como os tontos.
Quando ela o convida a se retirar
Foi ele mesmo quem fez o seu crédito abaixar;
Ela não o expulsou pra mostrar poder:
Ele fez por merecer!
Quando ela se apaixona, o seu coração renasce,
Quando se decepciona, mata no talo o enlace;
Porque a mulher que é madura sabe bem o que quer,
Porque ela é mulher, muito, muito mulher!
Miriam
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ANSIEDADE: doença da desconfiança!
Mateus 6-leitura Jesus quase não falou de muitos temas que não saem de nossas conversas e preocupações.
Por exemplo, o amor entre um homem e uma mulher não tem Nele um poema, uma fala, um discurso.
E, acerca de sexo (outro campeão de audiência entre nós), Ele falou quando forçado pelas circunstâncias, ou em razão de questões de outros.
Porém, por Ele, espontaneamente, tais temas não foram propostos.
O mesmo não se pode dizer da “ansiedade”.
A ela Jesus reserva significativo espaço no bojo de Seu ensino essencial: o Sermão do Monte.
De fato, isoladamente, é o assunto tratado de modo mais ilustrado e longo em todo o sermão (Mt 5-7).
E por quê?
Ora, as razões são muitas.
E, os básicos, logo a associam às dificuldades da existência em todos os tempos; e, os psicólogos, não resistem à tentação de associá-la ao mundo estressado no qual todos vivemos; tratando, assim, não da própria ansiedade, mas dos agentes contemporâneos de sua emulação.
De fato, há muitas causas secundarias quando se pensa em ansiedade.
No entanto, no curto espaço deste texto, quero apenas falar acerca de três causas essenciais.
1. A ansiedade como perversão do olhar prospectivo.
De fato, só somos ansiosos porque fomos dotados da benção do olhar prospectivo.
Fomos feitos capazes de olhar para o futuro mediante a imaginação, a lógica histórica, a acumulação de experiências, e, sobretudo, em razão da necessidade humana de pensar no dia de amanhã; onde, miticamente, estocamos o bem e o mal, dependendo de nosso estado de espírito.
Todavia, como disse, a ansiedade é uma perversão de uma virtude: a benção do olhar prospectivo.
Na realidade, a ansiedade é a esperança vivida como experiência do pecado de ser; o qual se manifesta como incapacidade de crer no cuidado de Deus, em razão de nosso descuidado para com Ele em amor.
Assim, ansiedade é a expectativa de que no amanhã estaremos em perigo.
O pecado perverteu todo olhar perspectivo e prospectivo.
2. A ansiedade como a esperança da Queda.
Na realidade a ansiedade é a maligna manifestação da “esperança na Queda”.
Num mundo onde o ser se sabe afastado de Deus, toda expectativa é sempre contra nós; e, sua forma existencial e psicológica de se fazer desesperança, é mediante a ansiedade.
3. A ansiedade como desconfiança de Deus.
Quando Jesus enfatizou a ansiedade como problema, o que Ele diagnosticou como causa, foi a falta de confiança real no Deus real, no Deus que cuida, que é Pai, que está atento, que se dedica a ervas e pássaros, e, portanto, tem muito mais razão para cuidar da existência humana.
E tudo quanto Jesus disse acerca da ansiedade, se faz concluir com um convite a entrega total à confiança no reino de Deus; ou no Deus que reina sobre a vida; especialmente sobre os detalhes mais sutis.
Assim, Jesus mandou que a fonte da energia espiritual e vital de cada um de nós, se concentrasse apenas nas coisas que carregam o espírito do reino de Deus; pois, assim, seremos agidos por Deus; que é o que faz com que todas as coisas necessárias à vida nos sejam naturalmente acrescentadas.
Onde há ansiedade; aí ainda não há a prevalência da confiança.
Ou, então, aí se instalou “um vício de sentir contra nós”; o qual só pode ser vencido mediante a entrega em fé ao amor e aos cuidados misteriosos do Pai.
Pense nisso !
NEle...
Miriam
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Língua todo mundo tem.
Mas qual o seu significado mais freqüente em nossas vidas?
Qual é a história da língua?
Qual a história de sua língua?
Quais as histórias que sua língua afirma, cria ou patrocina?
Aqui fica a fala apostólica sobre o assunto:
Ora a língua é fogo; é mundo de iniqüidade; a língua está situada entre os membros de nosso corpo, e contamina o corpo inteiro e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como é posta ela mesma em chamas pelo inferno—
Tiago 3:6
A língua... É fogo... É mundo de iniqüidade...
Contamina todo o corpo...
Põe em chamas a carreira da existência humana...
É posta em chamas pelo inferno!
Decida agora você como usar sua língua: ela tem o poder de acabar com a vida do próximo, mas garanto a você: você irá junto para a desgraça...do inferno.
Inferno na alma.
Todo ser que vive de usar a língua para destruir o próximo — a gente disfarça bem a maldade como “fofoca”— jamais conhecerá felicidade e paz.
Tiago, o irmão de Jesus, é quem fala sobre isto sem nenhuma dúvida.
Você irá duvidar?
Miriam
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