perfil de eva_capricorniana

eva_capricorniana

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Sexo: Feminino
Signo: Capricórnio
Sobre mim: Tenho muito amor para dar, apra quem me ama, mas quando começam a me usar, sei desprezar, humilha.
Posso ser boa, mas não mexam com coisas que me diz respeito, posso me transformar em uma pessoa que você teria medo.
O meu coração pode doer às vezes por causa de algumas pessoas, mas sei disfarçar e seguir em frente.
Na hora que meu orgulho fala mais alto, posso olhar nos teus olhos e dizer que não sinto mais nada por você, mesmo você sendo a minha vida.
Posso ser meiga, inocente e brincalhona como uma criança, mas sei ser mulher provocadora e ter muita responsabilidade quando é preciso.
Sou uma garota romântica, que acredita que \'príncipe encantado\' e \'contos de fadas\' existem, mesmo conhecendo pessoas que fazem com que isso seja ao contrário.
Acredito em Deus e em destino, não sigo o que a igreja fala, acredito em Deus da minha maneira e acredito que pra tudo temos duas escolhas, que podem mudar o destino.
O que as pessoas pensam e falam de mim não me atinge e nem me interessa, o que me guia e me julga é a minha consciência.
Enfim, sou uma pessoa \' maravilhosa\', mas não brinque comigo que posso ser muito fria, chegando até a pisar em você.
Cidade: Maceio - AL
Estado Civil: Solteira(o)
Moro: Sozinha

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  • Sentarse à janela
    17 de setembro de 2009 | 23:11 O jovem advogado, certo dia, deu-se conta de como as pequenas coisas são importantes na vida, e escreveu o seguinte:

    Era criança quando, pela primeira vez, entrei em um avião. A ansiedade de voar era enorme. Eu queria me sentar ao lado da janela de qualquer jeito, acompanhar o vôo desde o primeiro momento e sentir o avião correndo na pista cada vez mais rápido até a decolagem. Ao olhar pela janela via, sem palavras, o avião rompendo as nuvens, chegando ao céu azul. Tudo era novidade e fantasia.

    Cresci, me formei, e comecei a trabalhar. No meu trabalho, desde o início, voar era uma necessidade constante. As reuniões em outras cidades e a correria me obrigavam, às vezes, a estar em dois lugares num mesmo dia.

    No início pedia sempre poltronas ao lado da janela, e, ainda com olhos de menino, fitava as nuvens, curtia a viagem, e nem me incomodava de esperar um pouco mais para sair do avião, pegar a bagagem, coisa e tal.

    O tempo foi passando, a correria aumentando, e já não fazia questão de me sentar à janela, nem mesmo de ver as nuvens, o sol, as cidades abaixo, o mar ou qualquer paisagem que fosse. Perdi o encanto. Pensava somente em chegar e sair, me acomodar rápido e sair rápido. As poltronas do corredor agora eram exigência. Mais fáceis para sair sem ter que esperar ninguém, sempre e sempre preocupado com a hora, com o compromisso, com tudo, menos com a viagem, com a paisagem, comigo mesmo.

    Por um desses maravilhosos acasos do destino, estava eu louco para voltar de São Paulo numa tarde chuvosa, precisando chegar em Curitiba o mais rápido possível. O vôo estava lotado e o único lugar disponível era uma janela, na última poltrona. Sem pensar concordei de imediato, peguei meu bilhete e fui para o embarque.

    Embarquei no avião, me acomodei na poltrona indicada: a janela. Janela que há muito eu não via, ou melhor, pela qual já não me preocupava em olhar.

    E, num rompante, assim que o avião decolou, lembrei-me da primeira vez que voara. Senti novamente e estranhamente aquela ansiedade, aquele frio na barriga. Olhava o avião rompendo as nuvens escuras até que, tendo passado pela chuva, apareceu o céu. Era de um azul tão lindo como jamais tinha visto. E também o sol, que brilhava como se tivesse acabado de nascer. Naquele instante, em que voltei a ser criança, percebi que estava deixando de viver um pouco a cada viagem em que desprezava aquela vista.

    Pensei comigo mesmo: será que em relação às outras coisas da minha vida eu também não havia deixado de me sentar à janela, como, por exemplo, olhar pela janela das minhas amizades, do meu casamento, do meu trabalho e convívio pessoal?

    Creio que aos poucos, e mesmo sem perceber, deixamos de olhar pela janela da nossa vida. A vida também é uma viagem e se não nos sentarmos à janela, perdemos o que há de melhor: as paisagens, que são nossos amores, alegrias, tristezas, enfim, tudo o que nos mantém vivos. Se viajarmos somente na poltrona do corredor, com pressa de chegar, sabe-se lá aonde, perderemos a oportunidade de apreciar as belezas que a viagem nos oferece. Ademais, pode ser que ao descer do avião da vida já não encontremos ninguém a nossa espera.

    Pense nisso!

    Se você também está num ritmo acelerado, pedindo sempre poltronas do corredor, para embarcar e desembarcar rápido e ganhar tempo, pare um pouco e reflita sobre aonde você quer chegar. A aeronave da nossa existência voa célere e a duração da viagem não é anunciada pelo comandante. Não sabemos quanto tempo ainda nos resta. Por essa razão, vale a pena sentar próximo da janela para não perder nenhum detalhe. Afinal, a vida, a felicidade e a paz são caminhos e não destinos. 1

  • Abrindo a porta
    17 de setembro de 2009 | 14:02 Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto.
    Cada vez que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala, que tinha um grupo de arqueiros em um canto e uma imensa porta de ferro do outro, na qual haviam gravadas figuras de caveiras.
    Nesta sala ele os fazia ficar em círculo, e então dizia:
    - Vocês podem escolher morrer flechados por meus arqueiros, ou passarem por aquela porta e por mim lá serem trancados.
    Todos os que por ali passaram, escolhiam serem mortos pelos arqueiros.
    Ao término da guerra, um soldado que por muito tempo servira o rei, disse-lhe:
    Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?
    - Diga, soldado.
    - O que havia por trás da assustadora porta?
    - Vá e veja.
    O soldado então a abre vagarosamente, e percebe que a medida que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente, até que totalmente aberta, nota que a porta levava a um caminho que sairia rumo a liberdade.
    O soldado admirado apenas olha seu rei que diz:
    Eu dava a eles a escolha, mas preferiram morrer a arriscar abrir esta porta.

    Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar ?
    Quantas vezes perdemos a liberdade, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos? 2

  • Fique no controle e não permita que o mau humor se instale em seu rosto, em seu coração!
    15 de setembro de 2009 | 21:09 Combata o seu mau humor! Ele precisa ser cuidado, sabia? Talvez você nem se dê conta de como o seu bom humor ou o seu mau humor pode estar influenciando a sua vida.

    Fique no controle e não permita que o mau humor se instale em seu rosto, em seu coração. O mau humor pode ser uma disfunção do organismo e nem sempre está ligado ao seu estado de espírito. Às vezes o problema é físico, fisiológico. É uma questão de produção de enzimas tóxicas no corpo. Procure ajuda médica, pô!

    Como sorrir quando se você está sentindo uma dor de cabeça, por exemplo? Cuide da dor de cabeça mas também deseje que a sua alegria volte! Afinal não é justo você ficar destilando veneno por aí, né?

    Seu estado natural é sorrindo! Você pode e merece sorrir! E muito! Note no semblante das pessoas e você chega a essa mesma conclusão: as pessoas ficam mais bonitas, mais agradáveis, mais inteligentes, mais gente.... quando estão sorrindo!

    Nunca mais permita que o mau humor seja uma constante em seu viver. Xô pra lá com ele! Há práticas saudáveis para você permanecer alegre, feliz, e muito bem humorado. Quer algumas dicas? Ria sempre que lembrar que isso faz bem, aproxime-se mais de Deus, assobie sempre, abrace, faça exercícios físicos, olhe mais para o céu, tenha uma alimentação mais saudável, diminua o consumo de bebidas alcoólicas, prefira assistir filmes alegres....

    Lute para ser feliz, pô! Brigue com o mundo, com você mesmo, mas para ser feliz, tá? Nem que você tenha que travar uma luta diária, não se entregue! Mostre para você mesmo, através de seu bom humor, que a vida é maravilhosa e que merece ser bem vivida. Não dá para viver intensamente essa vida tendo o mau humor como companhia, né?! 2


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