recados de dnaolive

meus recados (2074)

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  • POSEIDON
    POSEIDON
    12 de abril de 2011 | 23:32

    Oi, sumiu também é?
    todo mundo sumiu.
    beijokas !!


  • marymm
    marymm
    30 de setembro de 2010 | 10:19


  • nadyhe
    nadyhe
    05 de setembro de 2010 | 16:56


  • isaura58
    isaura58
    27 de agosto de 2010 | 21:01

    TOTOSAAAAAAAAAAAAAAAAAA;


  • lucia007
    lucia007
    09 de agosto de 2010 | 15:06


  • lucia007
    lucia007
    29 de junho de 2010 | 13:03


  • isaura58
    isaura58
    29 de maio de 2010 | 15:32


  • isaura58
    isaura58
    29 de maio de 2010 | 15:28

    http://s246.photobucket.com/albums/gg111/meusrecadoscom/anjos/0011.jpg


  • isaura58
    isaura58
    26 de maio de 2010 | 18:04

    Mexe com Mineirinho... Mexe... !!!








    Num pequeno vilarejo, no meio do estado de Minas,havia um armazém cujo dono, Seu Zé, se gabava de ter tudinho, qualquer coisa que se pedia no balcão.
    Se não tinha, fazia questão de encomendar a qualquer custo, só para atender o cliente.
    Com isso a fama dessa mercearia se espalhou por toda a região, e vinha gente de toda parte procurar coisas que não se achava nem na capital,BH.
    Sabendo disso, um gaúcho daqueles bem folgados que estava de férias em Minas decidiu conhecer esse tal Zé do armazém.
    Chegando lá, pediu uma barra de direção para sua \'pick up\' importada.
    O Zé foi lá no fundo e depois de alguns minutos voltou com a tal peça.
    O gaúcho, espantado, pensou: Não é possível que esse cara tenha tudo aí, vou tirar um barato da cara dele.
    Voltou para o hotel e ficou a noite toda pensando em como iria pegar o cara da venda. O jeito foi inventar uma palavra. Caso pensado, no outro dia foi até o armazém e,chegando ao balcão, pediu:
    - O Zé, você tem \'podela\'?
    O dono da venda olhou espantado, coçou a cabeça e pensou: \'podela\'? Que coisa é isso? Nunca ouvi falar... E agora? Se eu deixar de atender esse cara aí todo metido, meu estabelecimento vai perder a fama e a clientela vai sumir! O que eu faço? Pensou, pensou, foi até o depósito, voltou e disse ao gaúcho:
    - Olha, tá em falta, mas vou encomendar e amanhã cedo o Sr. passa aqui e pega, são R$ 100,00 o quilo.
    O gaúcho, meio desconsertado com a resposta do Mineiro, voltou para o hotel pensando:
    -O que será que esse mineiro vai achar com esse nome ...?
    O mineiro fez de tudo, ligou para todos os seus fornecedores de produtos brasileiros e até no exterior, mas ninguém fazia nem idéia do que seria aquilo. Então ele percebeu que o gaúcho tava zoando com ele e decidiu dar o troco.
    No almoço, o mineiro comeu aquela feijoada, de noite foi ao banheiro e fez aquele \'trem\' enorme e fedorento. Com uma pazinha, botou no forno por umas 3 horas até que virasse uma pedra bem dura. Daí colocou tudo no moedor, embalou e deixou em cima do balcão com a devida identificação.
    No outro dia, chega o gaúcho todo imponente, e já esboçando um ar de vitória,disse:
    - Conseguiu encontrar minha encomenda?
    - Claro, está aqui - disse o mineiro, mostrando o saquinho no balcão.
    O gaúcho então disse:
    - Me passa.
    - Está aqui, são 100 reais.
    O gaúcho, curioso, pegou um bocado do pó e ficou admirado.
    O Seu Zé então disse bem alta para todos os presentes ouvirem: - Não vai experimentar ?
    O gaúcho, meio sem jeito, encheu a boca. Mais desconcertado, com os olhos arregalados, esfregou um pouco entre os dedos, cheirou,...... cheirou, tentando descobrir o que era aquilo... e aos berros:
    - Isso aqui é merrrrdaaaaaa!

    - Nada disto, Sr.,é o pó dela !!!!


  • isaura58
    isaura58
    26 de maio de 2010 | 16:47

    uxílio Mútuo

    Em zona montanhosa, através de região deserta, caminhavam dois velhos amigos, ambos enfermos, cada qual a defender-se quanto possível contra os golpes do ar gelado, quando foram surpreendidos por uma criança passando mal na estrada, ao sabor da ventania de inverno.

    Um deles fixou o singular achado e exclamou, irritadiço: Não perderei tempo! A hora exige cuidado para comigo mesmo. Sigamos à frente.

    O outro, porém, mais piedoso, considerou: Amigo, salvemos o pequenino. É nosso irmão em humanidade.

    Não posso - disse o companheiro endurecido. Sinto-me cansado e doente. Este desconhecido seria um peso insuportável. Temos frio e tempestade. Precisamos chegar a aldeia próxima sem perda de minutos. E avançou para adiante em largas passadas.

    O viajor de bom sentimento, contudo, inclinou-se para o menino estendido, demorou-se alguns minutos colando-o paternalmente ao próprio peito, e aconchegando-o ainda mais, marchou adiante, embora menos rápido.

    A chuva gelada caiu metódica pela noite adentro, mas ele, amparando o valioso fardo, depois de muito tempo, atingiu a hospedaria do povoado que buscava.

    Com enorme surpresa, porém, não encontrou aí o colega que havia seguido na frente.

    Somente no dia imediato, depois de minuciosa procura, foi o infeliz viajante encontrado sem vida numa vala do caminho alagado.

    Seguindo a pressa e a sós, com a idéia egoísta de preservar-se, não resistiu a onda de frio que se fizera violenta, e tombou encharcado, sem recursos com que pudesse fazer face ao congelamento.

    Enquanto que o companheiro, recebendo em troca o suave calor da criança que sustentava junto do próprio coração, superou os obstáculos da noite frígida, salvando-se de semelhante desastre.

    Descobrira a sublimidade do auxílio mútuo. Ajudando o menino abandonado, ajudara a si mesmo.

    Avançando com sacrifício para ser útil a outrem, conseguira triunfar dos percalços do caminho, alcançando as bênçãos da salvação recíproca.

    .....................................

    Aqueles que amparamos constituem nosso sustentáculo.

    O coração que amparamos constitui-se agora ou mais tarde, em recurso a nosso favor.

    Ninguém duvide!

    Aquele que coopera em benefício do próximo é credor do auxílio comum.

    Ajudando, seremos ajudados. Dando, receberemos.


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