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daianecoper_sagitariana

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Sexo: Feminino
Signo: Sagitário
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  • Mais uma de amor...
    20 de junho de 2008 | 22:10 Que algumas pessoas não acreditem que o homem esteve mesmo na lua, dá até pra entender, mas tem gente que não acredita em amor, e isso é imperdoável. Podemos não acreditar no que nossos olhos vêem, mas não podemos desacreditar no que sentimos. Você já ficou com a boca seca diante de uma pessoa? Já teve receio de ela estar ouvindo as batidas do seu coração? Bem, isso tudo não é prova de amor, apenas de ansiedade. Amor é outra coisa.
    Amor é quando você acha que a pessoa com quem você se relacionava era egoísta, possessiva e infantilóide e isso não reduz em nada a sua saudade, não impede que a coisa que você mais gostaria neste instante é de estar tocando os cabelos daquela egoísta, possessiva e infantilóide.
    Amor é quando você não compreende direito algumas coisas, mesmo tendo o QI mais elevado da turma, mesmo dominando o pensamento de Sócrates, Plutão e Nietzche. Perguntas simples ficam sem resposta, como por exemplo: como é que eu, sendo tão boa gente, tão honesto e com um coração tão grande, não consigo fazê-la perceber que ela seria a pessoa mais feliz do mundo ao meu lado?
    Amor é quando você passa dias sem ver quem você ama, depois passam-se meses, e aí você conhece outra pessoa e passam-se décadas, e você já nem lembra mais do passado, e um dia qualquer de um ano qualquer você se olha no espelho e pensa: como é que eu consegui enganar a mim mesmo durante todo esse tempo?
    Amor é quando você sente que seria capaz de amarrar o cadarço de um tênis com uma única mão ou de fazer a chuva parar só com a força do pensamento caso a pessoa que você ama lhe mandasse um sim deste tamanho.
    Amor é quando você sabe tintim por tintim as razões que impedem o seu relacionamento de dar certo, é quando você tem certeza de que seriam muito infelizes juntos, é quando você não tem a menor esperança de um milagre acontecer, e essa sensatez toda não impede de fazê-lo chorar escondido quando ouve uma música careta que lembra os seus 14 anos, quando você acreditava em milagres.
    Tudo isso pode parecer uma grande dor, mas é uma grande dádiva, porque a existência do amor está toda hora sendo lembrada. Dor é quando a gente está numa relação tão fácil, tão automática, tão prática e funcional que a gente até esquece que também é amor..

    (Martha Medeiros) 0

  • Eu Modo de Usar...
    18 de junho de 2008 | 22:10 Pode invadir ou chegar com delicadeza,
    mas não tão devagar que me faça dormir.
    Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar.
    Acordo pela manhã com ótimo humor mas...
    permita que eu escove os dentes primeiro.
    Toque muito em mim, principalmente nos cabelos
    e minta sobre minha nocauteante beleza.

    Tenho vida própria, me faça sentir saudades,
    conte algumas coisas que me façam rir, mas não conte piadas
    e nem seja preconceituoso, não perca tempo, cultivando
    este tipo de herança de seus pais.
    Viaje antes de me conhecer,
    sofra antes de mim para reconhecer-me um porto,
    um albergue da juventude.
    Eu saio em conta, você não gastará muito comigo.
    Acredite nas verdades que digo e também nas mentiras,
    elas serão raras e sempre por uma boa causa.
    Respeite meu choro, me deixe sozinha, só volte quando eu chamar e,
    não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada.
    (Então fique comigo quando eu chorar, combinado?)

    Seja mais forte que eu e menos altruísta!
    Não se vista tão bem... Gosto de camisa para fora da calça,
    gosto de braços, gosto de pernas e muito de pescoço.
    Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto:
    boca, cabelos, os pelos do peito e um joelho esfolado,
    você tem que se esfolar as vezes, mesmo na sua idade.

    Leia, escolha seus próprios livros, releia-os.
    Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos.
    Seja um pouco caseiro e um pouco da vida,
    não de boate que isto é coisa de gente triste.
    Não seja escravo da televisão, nem xiita contra.
    Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai.
    Escolha um papel para você que ainda não
    tenha sido preenchido e o invente muitas vezes.

    Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa,
    uma louca que ache graça em tudo que rime com louca:
    loba, boba, rouca, boca...
    Goste de música e de sexo. Goste de um esporte não muito banal.
    Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa,
    apresentar sua família... isso a gente vê depois... se calhar...
    Deixa eu dirigir o seu carro, que você adora.

    Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres,
    tenha amigos e digam muitas bobagens juntos.
    Não me conte seus segredos... me faça massagem nas costas.
    Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções.
    Me rapte!

    Se nada disso funcionar... experimente me amar...

    ("Eu, modo de usar", Martha Medeiros) 0

  • Te Querooo...
    17 de junho de 2008 | 15:03 Te quero assim
    Sempre assim
    Por perto
    Sempre perto

    Te sentir
    Dentro e fora do meu corpo
    O cheiro da tua respiração
    A tua pele
    O perfume no teu pescoço

    Quero te amar muito
    Mais do que já te amei nesses anos todos
    Meu amor por ti, infinito
    Nosso amor, de verdade

    Te quero aqui
    Sempre aqui
    Olhar pro lado e te ver
    Quero ser tua
    Em qualquer lugar
    Em qualquer circunstância
    Pra sempre.... 0


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