diário de cida1979_taurina

diário de cida1979_taurina (34)

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  • amizade
    27 de novembro de 2009 | 14:02

    A força da amizade vence todas as diferenças...
    Aliás... para que diferenças se somos amigos?

    Quando erramos... nos perdoamos e esquecemos
    Se temos defeitos... não nos importamos...
    Trocamos segredos...
    e respeitamos as divergências...
    Nas horas incertas, sempre chegamos no momento certo...

    Amigos sem cor... sem sexo... sem idade...
    Amigo é só amigo...
    Nos amparamos...nos defendemos...
    sem pedir...
    fazemos porque nos sentimos felizes em fazer...

    Nos reverenciamos... adoramos... idolatramos... apreciamos... admiramos.
    Nos mostramos amigos de verdade,
    quando dizemos o que temos a dizer...

    Nos aceitamos , sem querer mudanças...
    Estamos sempre presente,
    não só nos momentos de alegria,
    compartilhando prazeres,
    mas principalmente nos momentos mais difíceis...

    Não tiramos a liberdade...
    não sufocamos... não forçamos nossa presença...
    Estamos perto quando de nós necessitam...
    e ao nos afastarmos ,
    respeitamos sempre a individualidade alheia.

    A amizade não se força...
    Mas tem uma força
    que se intensifica a cada instante...
    É dessa maneira que sou teu (tua) amigo (a )!!!
    A força da amizade


  • amigas
    25 de janeiro de 2009 | 21:09

    oi amiga estive por um tempo ausente mas,estou de volta e gostaria de manter contato com todas vc um beijo no coração ,fiquem com Deus !!!


  • amigas
    25 de janeiro de 2009 | 21:09

    A Borboleta Azul

    Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.

    As meninas sempre faziam muitas perguntas.
    Algumas ele sabia responder, outras não.

    Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina.

    O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.

    Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder.

    Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.

    - O que você vai fazer? - perguntou a irmã.
    - Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta.

    - Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar.

    Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la.

    E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!

    As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.

    - Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?

    Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
    - Depende de você...ela está em suas mãos.

    Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
    Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado.
    Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos).

    Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul...
    Cabe a nós escolher o que fazer com ela.


  • oi amigas (os)
    12 de outubro de 2008 | 20:08

    Vai...



    Para sonhar o que poucos ousaram sonhar.

    Para realizar aquilo que já te disseram que não podia ser feito.

    Para alcançar a estrela inalcançável.



    Essa será a tua tarefa: alcançar essa estrela.

    Sem quereres saber quão longe ela se encontra;

    nem de quanta esperança necessitarás;

    nem se poderás ser maior do que o teu medo.

    Apenas nisso vale a pena gastares a tua vida.



    Para carregar sobre os ombros o peso do mundo.

    Para lutar pelo bem sem descanso e sem cansaço.

    Para enxugar todas as lágrimas ou para lhes dar um sentido luminoso.

    Levarás a tua juventude a lugares onde se pode morrer, porque precisam lá de ti.

    Pisarás terrenos que muitos valentes não se atreveriam a pisar.

    Partirás para longe, talvez sem saíres do mesmo lugar.



    Para amar com pureza e castidade.

    Para devolver à palavra "amigo" o seu sabor a vento e rocha.

    Para ter muitos filhos nascidos também do teu corpo e - ou - muitos mais nascidos apenas do teu coração.

    Para dar de novo todo o valor às palavras dos homens.

    Para descobrir os caminhos que há no ventre da noite.

    Para vencer o medo.



    Não medirás as tuas forças.

    O anjo do bem te levará consigo, sem permitir que os teus pés se magoem nas pedras.

    Ele, que vigia o sono das crianças e coloca nos seus olhos uma luz pura que apetece beijar, é também guerreiro forte.

    Verás a tua mão tocar rochedos grandes e fazer brotar deles água verdadeira.

    Olharás para tudo com espanto.

    Saberás que, sendo tu nada, és capaz de uma flor no esterco e de um archote no escuro.



    Para sofrer aquilo que não sabias ser capaz de sofrer.

    Para viver daquilo que mata.

    Para saber as cores que existem por dentro do silêncio.

    Continuarás quando os teus braços estiverem fatigados.

    Olharás para as tuas cicatrizes sem tristeza.

    Tu saberás que um homem pode seguir em frente apesar de tudo o que dói, e que só assim é homem.



    Para gritar, mesmo calado, os verdadeiros nomes de tudo.

    Para tratar como lixo as bugigangas que outros acariciam.

    Para mostrar que se pode viver de luar quando se vai por um caminho que é principalmente de cor e espuma.

    Levantarás do chão cada pedra das ruínas em que transformaram tudo isto.

    Uma força que não é tua nos teus braços.

    Beijá-las-ás e voltarás a pô-las nos seus lugares.



    Para ir mais além.

    Para passar cantando perto daqueles que viveram poucos anos e já envelheceram.

    Para puxar por um braço, com carinho, esses que passam a tarde sentados em frente de uma cerveja.

    Dirás até ao último momento: "ainda não é suficiente".

    Disposto a ir às portas do abismo salvar uma flor que resvalava.

    Disposto a dar tudo pelo que parece ser nada.

    Disposto a ter contigo dores que são semente de alegrias talvez longe.



    Para tocar o intocável.

    Para haver em ti um sorriso que a morte não te possa arrancar.

    Para encontrar a luz de cuja existência sempre suspeitaste.

    Para alcançar a estrela inalcançável.



    (Paulo Geraldo)


  • oi amigas (os)
    12 de outubro de 2008 | 19:07

    É preciso a certeza de que tudo vai mudar;

    É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós:

    onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.

    O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração;

    Pois a vida está nos olhos de quem sabe ver ...

    Se não houve frutos,

    valeu a beleza das flores.

    Se não houve flores,

    valeu a sombra das folhas.

    Se não houve folhas,

    valeu a intenção da semente.


    Autor: Maurício Ceolin -


  • oi amigas (os)
    12 de outubro de 2008 | 19:07

    Eu Passei Para Saber De Você
    Eu Passei Para Saber De Você

    ... Saber
    da sua saúde,
    querendo que esteja bem.

    da sua casa,
    rezando para que esteja em paz.

    da sua família,
    esperando que esteja em harmonia.

    do seu trabalho,
    desejando seu progresso.

    dos seus problemas,
    almejando suas soluções.

    das suas finanças,
    aspirando a que você prospere.

    da sua vida sentimental,
    torcendo para que você tenha um amor.

    das suas preocupações,
    pedindo a Deus que você encontre tranquilidade.

    Se você está em solidão,
    tomara que perceba que pode me chamar.

    Se você se sente em abandono,
    quero que encontre apoio na fé.

    Só passei para dizer
    Bom dia ... Boa tarde ... Boa noite ...

    Saiba que você estará sempre acompanhado
    pelo meu bom pensamento dirigido a você.

    E se ainda assim tudo lhe parecer escuro,
    e você sentir que nada posso fazer,
    peço-lhe que me conte que ainda lhe resta CORAGEM
    e que me diga num breve recado
    que recebeu esta minha mensagem.

    Até sempre


    Autor: Silvia Schmidt -


  • oi amigas (os)
    08 de outubro de 2008 | 18:06

    A magia da Comunicação
    Havia um cego que pedia esmola à entrada do Viaduto do Chá, em São Paulo. Todos os dias passava por ele, de manhã e à noite, um publicitário que deixava sempre alguns centavos no chapéu do pedinte. O cego trazia pendurado no pescoço um cartaz com a frase:

    CEGO DE NASCIMENTO. UMA ESMOLA POR FAVOR.

    Certa manhã o publicitário teve uma idéia, virou o letreiro do cego ao contrario e escreveu outra frase. À noite depois de um dia de trabalho perguntou ao cego como é que tinha sido seu dia.

    O cego respondeu, muito contente:
    -"Até parece mentira, mas hoje foi um dia extraordinário. Todos que passavam por mim deixavam alguma coisa. Afinal, o que é que o senhor escreveu no letreiro???

    O publicitário havia escrito uma frase breve, mas com sentido e carga emotiva suficientes para convencer os que passavam a deixarem algo para o cego.

    A frase era:

    EM BREVE CHEGARÁ A PRIMAVERA E EU NÃO PODEREI VÊ-LA.

    Autor Desconhecido


  • oi amigas (os)
    08 de outubro de 2008 | 18:06

    Ainda
    Não digamos "não", nem "nunca mais"...
    não digamos "sempre" ou "jamais"...
    digamos, simplesmente: "ainda"!...

    Ainda nos veremos um dia...
    Ainda nos encontraremos na estrada da vida...
    Ainda encontraremos a pousada,
    o afeto almejado, a guarida...

    Ainda haverá tempo de amar,
    sem medo, totalmente... infinitamente...
    sem ter medo de pedir, de implorar,
    ou chorar...

    Ainda haverá tempo,
    para ser feliz novamente...
    Ainda haverá tristeza,
    ainda haverá saudade,
    ainda haverá primavera,
    o sonho, a quimera...

    Ainda haverá alegria,
    apesar das cicatrizes...
    Ainda haverá esperança,
    porque a vida ainda é criança...
    e amanhã será outro dia!...
    Carlos Saad


  • amigas
    07 de outubro de 2008 | 16:04

    Narra antiga lenda que um rabi, religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família. Esposa admirável e dois filhos queridos.

    Certa vez, por imperativos da religião, o rabi empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias.

    No período em que estava ausente, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados.

    A mãezinha sentiu o coração dilacerado de dor. No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura.

    Todavia, uma preocupação lhe vinha à mente: como dar ao esposo a triste notícia?

    Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha comoção.

    Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão.

    Alguns dias depois, num final de tarde, o rabi retornou ao lar.

    Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos...

    Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos moços.

    Alguns minutos depois estavam ambos sentados à mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou novamente pelos filhos.

    A esposa, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido: deixe os filhos. Primeiro quero que me ajude a resolver um problema que considero grave.

    O marido, já um pouco preocupado perguntou: o que aconteceu? Notei você abatida! Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus.

    - Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo!

    - O problema é esse! Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?

    - Ora mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!... Por que isso agora?

    - É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas!

    - Podem até ser, mas não lhe pertencem! Terá que devolvê-las.

    - Mas eu não consigo aceitar a idéia de perdê-las!

    E o rabi respondeu com firmeza: ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo!

    - Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo.

    - Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito.

    - As jóias preciosas eram nossos filhos.

    - Deus os confiou à nossa guarda, e durante a sua viagem veio buscá-los. Eles se foram.

    O rabi compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram grossas lágrimas. Sem revolta nem desespero.


    Os filhos são jóias preciosas que o Criador nos confia a fim de que as ajudemos a burilar-se.

    Não percamos a oportunidade de enfeitá-las de virtudes. Assim, quando tivermos que devolvê-las a Deus, que possam estar ainda mais belas e mais valiosas.


  • oi amigas (os)
    07 de outubro de 2008 | 16:04

    valeu para quem votou em mim ou melhor nos meus cabelos,continuo aproveitando minhas férias .É a última semana !!! Beijos para todos !!!



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