perfil de IlédeOya.

IlédeOya.

Todos pedidos que eu faço a Marabô ele me satisfaz!
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Sexo: Feminino
Signo: Sagitário
Ascendente: Sagitário
Sobre mim: procurando perfeição ? perfiil errado meu bem ,
quer criticar ?critiica, pois eu não viivo da opnião dos outros, mais sim do meu jeito (;
Cidade: Fortaleza - CE
Estado Civil: Namorando
Moro: Sozinha

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  • O gato da padilha.
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  • Amor e caridade.
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  • Saudades de voçes.
    25 de novembro de 2010 | 19:07 Amigas peço quem ler esse post me perdoe pela ausençia,minha vida ta muito agitada e nesse fim de ano to trabalhando muitoooooo!!! qr dx um bjao pra Clariz,pra Nanda,Joplin,e todas vcs!!!! nao eskcem de mim vio??! 1

  • OQUE E UMBANDISTA??
    13 de setembro de 2010 | 16:04 Eu sou Umbandista...Mas o que é isso? O que é ser Umbandista?
    É não ter vergonha de dizer: "Eu sou Umbandista".
    É não ter vergonha de ser identificado como Umbandista.
    É se dar,acima de tudo a um trabalho espiritual.
    É saber que um terreiro,um centro, uma casa de Umbanda é um local espiritual e não a Religião de Umbanda em seu todo,mas todos os terreiros,centros e casas de Umbanda,representam a Religião de Umbanda.
    É saber respeitar para ser respeitado,é saber amar para ser amado,é saber ouvir para ser escutado,é saber dar um pouco de si para receber um pouco de Deus dentro de si.
    É saber que a Umbanda não faz milagres,quem os faz é Deus e quem os recebe os mereceu.
    É saber que uma casa de Umbanda não vende nem dá salvação,mas oferece ajuda aos que querem encontrar um caminho.
    É ter respeito por sua casa, por seu sacerdote e pela Religião de Umbanda como um todo: irmandade.
    É saber conversar com seu sacerdote e retirar suas dúvidas.
    É saber que nem sempre estamos preparados. Que são necessários sacrifícios,tempo e dedicação para o sacerdócio.
    É entrar em um terreiro sem ter hora para sair ou sair do terreiro após o último consulente ser atendido.
    É mesmo sem fumar e beber dar liberdade aos meus guias para que eles utilizem esses materiais para ajudar ao próximo,confiando que me deixem sempre bem após as sessões.
    É me dar ao meu Orixá para que ele me possua com sua força e me deixe um pouco dessa força para que eu possa viver meu dia-a-dia numa luta constante em benefício dos que precisam de auxílio espiritual.
    É sofrer por não negar o que sou e ser o que sou com dignidade,com amor e dedicação.
    É ser chamado de atrasado,de sujo,de ignorante,conservador,alienígena,louco. E ainda assim,amar minha religião e defendê-la com todo carinho e amor que ela merece.
    É ser ofendido físico,espiritual e moralmente, mas mesmo assim continuar amando minha Umbanda.
    É ser chamado de adorador do Diabo,de Satanás,de servo dos Encostos e mesmo assim levantar a cabeça,sorrir e seguir em frente com dignidade.
    É ser Umbandista e pedindo sempre a Zamby para que eu nunca esteja Umbandista.
    É acreditar mesmo nos piores momentos,com a pior das doenças,estando um caco espiritual e material,que os Orixás e os guias,mesmo que não possam nos tirar dessas situações, estarão ali,ao nosso lado,momento a momento nos dando força e coragem;ser Umbandista é acima de tudo acreditar nos Orixás e nos guias,pois eles representam a essência e a pureza de Deus.
    É dizer sim,onde os outros dizem não!
    É saber respeitar o que o outro faz como Umbanda,mesmo que seja diferente da nossa,mas sabendo que existe um propósito no que ambos estão fazendo.
    É vestir o branco sem vaidade.
    É alguém que você nunca viu te agradecer porque um dos seus guias a ajudou e não ter orgulho.
    É colocar suas guias e sentir o peso de uma responsabilidade onde muitos possam ver ostentação.
    É chorar,sorrir,andar,respirar e viver dentro de uma religião sem querer nada em troca.
    É ter vergonha de pedir aos Orixás por você,mas não ter vergonha de pedir pelos outros.
    É não ter vergonha de levar uma oferenda em uma praia ou mata,nem ter vergonha de exercer a nossa religiosidade diante dos outros.
    É estar sempre pronto para servir a espiritualidade,seja no terreiro,seja numa encruza,seja na calunga,seja no cemitério,seja na macaia,seja nos caminhos. Seja em qualquer lugar onde nosso trabalho seja necessário.
    É se alegrar por saber que a Umbanda é uma religião maravilhosa,mas também sofrer porque os Umbandistas ainda são tão preconceituosos uns com os outros.
    É ficar incorporado 5, 6 horas em cada uma das giras,sentindo seu corpo moído e ao mesmo tempo sentir a satisfação e o bem estar por mais um dia de trabalho.
    É sentir a força do zoar dos atabaques,sua vibração,sua importância,sua ação,sua força dentro de uma gira e no trabalho espiritual.
    É arriar a oferenda para o Orixá e receber seu Axé.
    É ver um consulente entrar no terreiro chorando e vê-lo mais tarde sair do terreiro sorrindo.
    É ter esperança que um dia,nós Umbandistas,acharemos a receita do respeito mútuo.
    É ser Umbandista mesmo que outros digam que o que você faz,sua prática,sua fé,sua doutrina,seu acreditar,sua dedicação,seu suor,suas lágrimas e sacrifício,não sejam Umbanda.
    É saber que existe vaidade mesmo quando alguém diz que não têm vaidade: vaidade de não ter vaidade.
    É saber o que significa a Umbanda não para você,mas para todos.
    É saber que as palavras somente não bastam. Deve haver atitude junto com as palavras: falar e fazer,pensar e ser,ser e nunca estar.
    É saber que a Umbanda não vê cor,não vê raça,não vê status social,não vê poder econômico,não vê credo. Só vê ajuda,caridade,luta,justiça,cura,lágrima… e bom,mal e bem... 2

  • As 7 lagrimas de um preto velho.
    09 de setembro de 2010 | 11:11 Num cantinho de um terreiro, sentado num banquinho, pitando o seu cachimbo, um triste preto velho chorava.
    De seus olhos molhados, esquisitas lágrimas desciam-lhe pelas faces, não sei porque contei-as...foram sete.
    Na incontida vontade de saber, aproximei-me e o interroguei.

    Fala meu Preto Velho, diz ao teu filho por que externas assim uma visível dor?

    E ele, suavemente respondeu:
    - Estás vendo esta multidão que entra e saí?
    As lágrimas contadas estão distribuidas a cada uma dela.

    - A primeira, eu dei a estes indiferentes que aqui vem em busca de distração, para sairem ironizando aquilo que suas mentes ofuscadas não podem conceber...

    - A segunda, a esses eternos duvidosos que acreditam desacreditando, na expectativa de um milagre que os façam alcançar aquilo que seus próprios merecimentos negam.

    - A terceira, distribui aos maus, aqueles que somente procuram a Umbanda em busca de vingança, desejando prejudicar aos seus semelhantes.

    - A quarta, aos frios e calculista que sabem que existe uma força espiritual, e procuram beneficiar-se dela de qualquer forma, e não conhecem a palavra gratidão.

    - A quinta, aos que chegam suave, com risos, o elogio na flor dos lábios, mas se olharem bem o seu semblante, verão escrito:
    "Creio na Umbanda, nos teus cabocolos e no teu Zambi, mas somente se vencerem o meu caso ou me curarem disso ou daquilo."

    - A sexta, eu dei aos fúteis que vão de centro em centro, não acreditando em nada, buscam aconchegos e conchavos e seus olhos revelam um interesse diferente.

    - A sétima, filho, nota como foi grande e como deslizou pesada:
    Foi a última lágrima, aquela que vive nos "olhos" de todos os Orixás. Fiz a doação dessas aos médiuns vaidosos, que só aparecem no centro em dia de festa e faltam as doutrinas.
    Esquecem, que existem tantos irmãos precisando de caridade e tantas criancinhas precisando de amparo material e espiritual.
    Assim, filho meu, foi para esses todos, que vistes cair, uma a uma as sete lágrimas de um PRETO VELHO . 0


- recados (97)


  • Liannafontenele
    Liannafontenele
    10 de abril de 2012 | 17:05

    tu é de qual bairro?



  • Jehan
    Jehan
    29 de dezembro de 2010 | 12:12



  • bridish
    bridish
    22 de dezembro de 2010 | 20:08




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