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Patviana

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  • A Pátria dos meus sonhos
    07 de outubro de 2009 | 11:11 A Pátria dos meus sonhos

    A pátria dos meus sonhos, teria Escolas com professores que estimulassem o crescimento, criatividade e imaginação de forma a invejar os demais países. Com regras claras de avaliação de nível de conhecimento, e pontuação em civilidade. Onde crianças, desde pequenas já respeitassem os colegas, sem o uso de apelidos, xingamentos e armas. Termos atuais classificam tais atitudes como Bullying[1], e discriminação. Eu classifico como falta de Educação e constrangimento constante.
    Na minha Pátria, os jovens, felizes, não cederiam aos apelos das drogas, porque seriam informados que o consumo da maconha, continuamente, apresenta uma capacidade reprodutiva menor; e que as sensações mais comuns são bem-estar inicial, relaxamento, calma e vontade de rir, depois, pode-se sentir angústia, desespero, pânico e letargia. Ocorre ainda uma perda da noção do tempo e espaço, além de um prejuízo grande na memória e latente falta de atenção. Em longo prazo, o consumo de maconha pode reduzir a capacidade de aprendizado e memorização, além de passar a apresentar uma falta de motivação para desempenhar as tarefas mais simples do cotidiano. Ninguém ia querer ser um mané!
    A minha Pátria desenvolveria a arte e a música, não a arte vulgar, mas aquela que exprime nobreza de caráter, o conhecimento, a elevação do ser e não angústias. Pois para angustiados haveria médicos, capacitados, respeitados e passados por avaliação psicológica periodicamente, a fim de garantir sua conduta irrepreensível. A música alegraria o ser, isso pura e simplesmente. Ela não causaria o estímulo precoce ao sexo, e ao álcool como ocorre hoje, com músicas de pouca sonoridade e duplo sentido e linguagem chula. A dança seria linda, variada que colocaria a pessoa em estado de graça, tão bela que qualquer senhora, de qualquer idade, quisesse dançar, sempre. Os filmes teriam: suspenses bem produzidos, com roteiro bem elaborado, com muito pouco de sangue para que as pessoas não achassem que ver gente derramando sangue é normal, Romances sem exageros e muita criatividade sem banalização do sexo. Comédias inteligentes, tipo o auto da compadecida. Onde o enredo, os atores não precisaram deixar ninguém constrangido. Ação, bem elaborado os filmes prenderiam atenção o tempo todo (como os filmes do canal fechado, o qual poucos tem acesso). Teatros belíssimos, que nos fizessem transpor as barreiras do tempo. Levando nossas emoções ao máximo. Hoje, quem consegue isso é a igreja, com relatos exarcebados e dramatização de pastores. Nada contra a religião, mas a catarse, que geralmente ocorre, é constrangedora, na maioria das observações, vi pessoas com problemas de saúde, e emocional que precisam de apoio para seguir em frente. As roupas da minha pátria eram lindas, todas. E todas bem feitas. Porque independente das marcas, eram feitas sob medida, ao gosto de cada um e não seguindo o padrão imposto pela mídia. Então, tinham calças, blusas, shorts, bermudas, vestidos adequados para todos. E não um desfile de horror, tão comum em pessoas que andam com o sutiã amostra, como certa personagem recente.. Esse personagem apesar de ser um personagem caricato, é copiado por muitos sem discernimento. A comida era boa, e não haveria nem obesos, nem anoréxicos, nem bulinicos, porque felizes, as pessoas não canalizariam suas frustrações para comida. Veja que beleza, ninguém faria a bariátrica. E as pessoas se uniriam por amor, sem paixões avassaladoras. Porque elas são a causa de morte por ciúme, droga, bebedeiras, agressões diversas e de leis como Maria da Penha. Na minha Pátria, eu falaria com todos os meus vizinhos, á noite, após o trabalho, sem medo de ser assaltada. Sem desconfiar de cada um por motivos diversos .
    Mas existem pessoas que nascem com desvios, e crescem e praticam contravenções. São os doentes, os psicopatas. Para elas existiria uma colônia, por classificação, os quais sem condição de convívio social , teriam uma oportunidade de viver com controle e decência, com trabalhos dignos, que garantissem a sua sobrevivência, e felicidade, sem tirar o dinheiro da saúde e educação de muitos. Aí então gastaríamos menos impostos com polícia, investigação, cárceres, buscas, advogados, processos judiciais, ressarcimento de vítimas, seguros e sobraria para saneamento básico, aprimoramento pessoal, saúde, e as campanhas políticas seriam meios de crescimento e não um bate boca sem fim. A democracia, era exercida naturalmente, porque todos cresciam com ética, fraternidade e limite.
    Nesse país, a declaração dos direitos humanos faria completo sentido. O direito da criança e do idoso também. Interessante é que, provavelmente, eles nem precisassem ter sido criados. Porque não haveria os horrores os quais tomamos conhecimento, através das emissoras de televisão e rádio, e da rede “fofoca” como pedofilia, aliciamento de menores, prostituição, roubo de pensão etc. Enfim, a minha Pátria seria um lugar de paz. Onde eu poderia sair do trabalho, e parar para ver o por do sol. Um lugar onde não se competiria por roupa, posição, aquisições. Se competiria por conhecer, ser melhor e mais humano. Um lugar amigável. Quem sabe lá, na Pátria dos meus sonhos, eu seja feliz. Falando com todos sem medo e sem restrições.

    . Bullying[1] é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully ou \"valentão\") ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma. - Wikpédia
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