Está lá no meu site a resenha que fiz do filme NOSSO LAR, super produção baseada no livro homônimo, psicografado por Chico Xavier e ditado pelo espírito André Luiz.
http://pachaurbano.com/2010/09/nosso_lar_ofilme
Escrevi 30 frases em cada face dobrada desta folha, sem nenhuma conexão aparente entre si, e passei a distribuir estes exemplares em várias partes da cidade e em diversos lugares diferentes, sempre de maneira criativa e acessível. A este projeto chamei O Pequeno Livro Ao Acaso.
O Pequeno Livro Ao Acaso é um livro-objeto, talvez um livro-brinquedo, deixado em locais públicos, para que qualquer pessoa possa encontrá-lo, lê-lo e devolvê-lo à própria sorte.
E se você já teve um exemplar de O Pequeno Livro Ao Acaso em suas mãos, me deixe um comentário contando como ele chegou até você, ou você a ele, e como foi que o devolveu ao acaso.
É só ir lá no meu site e comentar!
"Eu nem sonho em esquecer seu rosto, mas se eu não fizer isso enlouquecerei..."
Não, ela não me contatou.
Ontem à noite, ao voltar do trabalho, sentei-me de frente para uma garota muito bonita, daquelas belezas sem artifícios, naturais.
Senti uma vontade incrível de desenhá-la, de passar para o papel aqueles traços, pra não deixar que minha memória frágil a desfizesse de minhas lembranças.
Então, tomei uma atitude inusitada e deixei-lhe um cartão de visitas meu dizendo: "Achei você tão bonita que senti vontade de desenhá-la."
Não acho que ela entrará em contato, ligando ou mandando e-mail. Hoje em dia as pessoas não estão preparadas para estes arroubos românticos.
Quem quiser ler tudo deste episódio clique aqui: A Garota do Metrô
Consultor... consultor... Este teste deveria ter "gênero"... ¬¬.
Consultora
Parabéns, você é praticamente uma sexóloga formada. Tanto conhecimento é de honrar as mulheres que no passado lutaram por nossa liberdade sexual. Aproveite para redistribuir essas informações para outras mulheres que ainda estão na luta real contra o preconceito ou contra o próprio tabu criado em suas mentes. Afinal, você sabe o quanto essas informações são importantes para desfrutar com prazer e segurança os momentos de intimidade entre o casal.
Para quem quiser ler meus microcontos Vidas Despercebidas :
Transeuntes
Para quem quiser ler minhas impressões sobre as cidades pelas quais passei:
Urbanices
Para quem quiser acompanhar minha coluna no portal PunkNet.com:
NERD No Ringue
Espero que gostem!
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Sou viciado em um joguinho chamado Tetris.
Viciado de uma vez ficar vendo as pecinhas se montando mentalmente na minha frente.
Acho que nenhum jogo consegue ser tão bacana e simples como Tetris.
Um grupo chamado Not So Noisy fez uma experiência incrível com este joguinho.
Dêem uma olhada no video abaixo:
Quem disse que viajar a trabalho é gostoso?
Eu achava que era. Não é, é correria, muito trabalho, muito relatório, muita responsabilidade e nada de diversão. Sempre digo que viajar a trabalho é começar a trabalhar a partir do momento em que se fecha a mala em cima da cama. Só paramos quando abrimos outra vez a mesma mala, em casa, de volta. Claro, existem momentos de descanso e é aí que tentamos disfrutar mais do lugar em que estamos.
Fiz uma viagem por três países da América do Sul, Colômbia, Peru e Chile, em quatro grandes cidades, do dia 2 de janeiro até o dia 10, e alguns mitos caíram para mim. Vamos a eles:
1º Mito: Colômbia é muito quente!
Saí de viagem levando um casaco na mochila, um leve, que costumo usar no verão carioca. O levei por desencargo de consciência, já que pensei que estava indo para duas cidades extremamente tropicais, Bogotá e Medellín. Ledo engano.
Logo que cheguei sofri um golpe cruel. Bogotá, a capital da Colômbia, está a 2.640m acima do nível do mar, temperatura: 6ºC! O clima mais frio que eu já enfrentei em toda minha vida.
Em seguida, dois dias depois, fui pra Medellín, a segunda maior cidade da Colômbia, a mais avançada industrialmente, 200m mais baixa que Bogotá, e o clima estava em 26ºC (um calor desgraçado, seco) de dia e de noite 12ºC!
2º Mito: Peruanas não são bonitas.
Ok, era um mito machista e sobre tudo preconceituoso, mas estou sendo sincero, eu achava isso. Andando um pouquinho por Lima, capital do Peru, me dou conta que estou virando a cabeça sempre que uma mulher passa.
Pois é, elas são bonitas, são bem arrumadas, maquiadas (com discrição) e nada vulgares. Algumas mais modestas, trazem rasgos mais indígenas, com seus cabelos negros e nariz mais adunco, mas ainda assim são bonitas. As adolescentes, todas que vi, são muito preocupadas com a aparência, sempre com cortes de cabelo modernos e vestidas com roupas da moda, não necessariamente de marca.
3º Mito: O Chile é frio!
Vamos lá, sempre que nos mostram fotos de Santiago, a capital do Chile, vemos ao fundo aquelas lindas cordilheiras nevadas. Pois é, levei aquele casaquinho que lhes falei para encarar o suposto friozinho chileno. Me ferrei!
Em Santiago os termômetros marcavam 27ºC com um detalhe mórbido: em nenhum lugar havia ar condicionado! Exatamente, senhoras e senhores, nem mesmo no quarto de hotel em que estava hospedado. Reclamando com a recepção, pedi um ar condicionado portátil e a camareira me trouxe um ventiladorzinho de mesa.
O metrô lá é muito parecido com o nosso, muito limpo e eficiente, com 5 linhas abrangendo boa parte da cidade, mas sem ar condicionado.
4º Mito: Chile, Peru e Colômbia são mais atrasados que o Brasil.
Nada disso! Todas as 4 grandes cidades por que passei são sofisticadas, modernas e arriscaria dizer "americanizadas".
Em Bogotá e Medellín vi um número muito grande de carros novos - diferente de Buenos Aires, por exemplo - e importados, muitos deles asiáticos. Os tranportes urbanos (ônibus, trêns, taxis) apesar de aparentarem velhice são muito eficientes. Na TV, propagandas de toda sorte de produtos, desde os videogames mais novos até os cosméticos mais modernos. As pessoas andam bem arrumadas, apesar de algumas serem muito pobres, e quase não vi pedintes.
Em Santiago, no Chile, vi o maior número de pessoas utilizando celulares por metro quadrado em toda a minha vida. Notebooks, palmtops, MP3 players, iPods, infestavam os bares, restaurantes, metrô e ruas por onde passei. Notei também que muitos usam seus celulares como players portáteis; sempre cruzava com alguém com fones de ouvidos que levavam até um celular na mão ou no bolso.
Lima, principalmente próximo a costa do Pacífico, a sofisticação e a modernidade são tangíveis. Ruas limpas, casas pintadas, jardins floridos, lojas de marcas internacionais. Nem em Ipanema vi tantas grifes extrangeiras. Nas zonas mais pobres de Lima vi carros, vans e ônibus novos, apesar de aparentarem uso. Me surpreendi com a limpeza, apesar do alto índice de poluição no ar, as ruas, calçadas e praças são limpas, claro, com as nojentas guimbas de cigarro aqui e ali.
Ah, outro fato interessante: diferente de Buenos Aires e Córdoba, nestas quatro cidades vi bem pouca gente fumando. Vi mais jovens chilenos fumando cigarros na área descoberta de um shopping que em toda a viagem.
5º Mito: Latinos, em geral, são desinformados.
Como se ouve rádio em estes países! Isso eu já havia notado em Buenos Aires e Córdoba, na Argentina, que em todo lugar tem um rádio ligado. Até mesmo nas lojas de roupas, que aqui no Rio de Janeiro sempre tem um CD de dance tocando, têm algum programa de rádio rolando, com notícias, entrevistas e muita música.
Nos taxis em que andei sempre havia música tocando no rádio, não só do país, mas também de outros lugares. Em Santiago ouvi Roberto Carlos cantando em espanhol, e o taxista disse que quando ele esteve no festival de Viña Del Mar, nos anos 70, foi o melhor show da vida dele. No rádio os programas sempre informam sobre economia, notícias internacionais e política local. Às vezes, entre um trajeto e outro, me pegava acompanhando alguma entrevista ou matéria.
A programação musical é muito variada, mas se escuta muita coisa local. Porém, nas quatro cidades desta viagem escutei muito reggaeton, ritmo que está muito na moda lá fora. Em outubro do ano passado também pude escutar muito este estilo musical em Buenos Aires e Córdoba. Nos países latinos é comum escutar músicas de outros lugares, principalmente o rock vindo da Argentina, do México e da Espanha.
Outro detalhe importante é o consumo de jornais. Nas bancas há sempre uma variedade incrível de periódicos e diários, e é normal encontrar jornais vespertinos. No metrô há sempre muitas pessoas lendo jornais, de todas as idades.
Estes foram os mitos que caíram para mim.
As viagens que fiz, de uma cidade outra, entre um aeroporto e outro, foram muito cansativas, algunas desgastantes, mas serviram para que eu entrasse em contato com estas culturas, que apesar de cosmopolitas, têm lá suas peculiaridades.
Pelas janelas dos hotéis e dos taxis, pude ver cidades bonitas, seculares, reais.
Em cada rosto um traço distinto do que estava acostumado a ver, uma história, e sempre que via uma feição familiar, que me fizesse lembrar de algum conhecido, me atacava uma forte saudade de casa.
Bem, fez uma semana que não estou mais no Bolsa de Mulher e posso dizer que sinto falta, muita falta, daquela farra diária, mesmo nos dias de aperto, com meus amigos e amigas.
Aqui no escritórido de casa não tem o mesmo calor. Nem o mesmo frio, porque não temos ar condicionado aqui.
De qualquer forma, como sempre digo: Saudade é uma coisa que dá e passa!
Sempre os terei por perto, como amigos sinceros, e isso é o que conta.
No mais, apareceram uns contatos muito bons e até um cliente antigo que não via faz tempo resolveu me procurar para atualizarmos um trabalho. Que bom, né? A caneca que a Marcella me deu está me dando sorte!
Tenho andado com a cabeça cheia de novas idéias e em breve reinaugurarei meu site portfólio, que está desendo desenvolvido pelo meu amigo Marcelo Silveira e por mim.
Projetos já sinalizam do horizonte. Vamos que vamos!
Espero ter tempo, disciplina e organização para dar conta de tudo isso.
Torçam por mim!
Meu grande amigo Fernando Puga e eu abraçamos a campanha do Abraço Grátis e nesta última terça feira decidimos fazer nosso video também, que você confere aqui no blog!
Com esta campanha, idealizada originalmente por Juan Mann, pude viver uma das experiências mais interessantes e comoventes da minha vida.
Existe muita gente amarga neste mundo, mas muita gente doce e boa também.
Fui invisibilizado pelas pessoas e fui vítima do desprezo, descrédito e escárnio, enquanto caminhava pelas ruas de Ipanema com minha plaquinha.
Da mesma forma fui agraciado com o carinho de muitas pessoas, recebi a energia positiva de gente que se importa com as outras, que leva a alegria de viver a sério.
Aprendi muito com sessenta e tanos abraços, em apenas uma hora e meia.
Na minha camiseta está escrito "Gentileza gera gentileza", uma frase muito conhecida, mas pouco utilizada na prática, por nós cariocas.
A bondade é tímida, mas surpreendente.
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