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Flavina

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  • Filme - "Por um Sentido na Vida"
    03 de fevereiro de 2011 | 01:01 "Por um sentido na vida"

    Vídeo=>http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM63457-7822-TRAILER+DO+FILME+POR+UM+SENTIDO+NA+VIDA,00.html
    A protagonista Justine (interpretada por Jennifer Aniston, bela e convincente) entediada com sua existência suburbana e emprego desestimulante em um supermercado, não possui válvulas de escape para um sentimento crescente de angústia. As coisas começam a mudar quando ela encontra o jovem Holden (vivido por Jake Gyllenhall) uma pessoa em quem ancora essa tristeza recôndita louca para se dissipar.
    Eles iniciam um romance. Holden é um rapaz problemático que já esteve internado em uma clínica de reabilitação e tem tendência suicida.
    O casamento de Justine é de um fastio abissal. O marido (John C. Reilly do filme “Chicago”), que é pintor, vive fumando maconha, sua válvula de escape, ao lado do melhor amigo e companheiro de trabalho.
    Justine e o cônjuge pretendem ter filhos. Mas ela não engravida. Entre o clima soturno e as incontáveis cenas letárgicas, o caso de Justine com Holden é descoberto pelo amigo do marido da moça. A partir desse segredo “submerso” tudo muda para a jovem. Justine é chantageada pelo pintor. Ele exige sexo como moeda de troca pelo seu silêncio; nessa combinação pérfida na qual a inveja e o fim da ideia de perfeição (principalmente no casamento) são ingredientes de ações e desejos obscenos e infiéis contra a amizade.
    Holden pretende deixar a cidadezinha e para isso rouba o supermercado e convida a jovem para ir com ele.
    Justine descobre que está grávida de Holden e o marido que se alegra com a notícia da gestação da mulher pensando ser o pai, logo recebe um telefonema do laboratório que o coloca a par da sua impotência (Sêmen sem espermatozóides). Mas ele não crê revelação. Os problemas parecem insolúveis, porém Justine tentará ordená-las.
    Miguel Arteta em “The Good Girl” conta uma estória saturada de desânimo, absurdos e medos. Paradoxalmente, a” good girl” é capaz de fazer coisas más, ou melhor, jurar em falso, criar situações e mentir com segurança para manter o equilíbrio de uma vida monótona.
    O desastre é iminente.
    “Por um Sentido na Vida” é uma produção que revela a vida asséptica de um cotidiano de perspectivas reduzidas. De empregos medíocres e da falência das relações íntimas que não correspondem às aspirações do propalado “american way of life”; são personagens secundários num mundo de cobranças pela eficiência, sucesso e de “felicidade enlatada”.
    “Por um Sentido na Vida” emociona por ser exatamente o que é: um filme que não julga seus personagens os apresenta. Elas vivem, tomam decisões de modo comum e humano reiterando que a vida não é perfeita. E que, ainda, mostra que enganos e mentiras fazem parte dos jogos diários nos quais as máscaras e os ideais que construímos são frágeis e sobrevivem na “corda bamba”. Às vezes, as ilusões protagonizam nossas vidas prevalecendo diante das mudanças. Fingir e preferir à monotonia ao invés de se atirar num precipício de dúvidas. “The Good Girl” é terno em sua amargura e amargo em sua ternura.
    http://pt.shvoong.com/entertainment/movies/1910461-por-um-sentido-na-vida/ 2

  • "Control" - Filme "Regeneração Experimental"
    09 de janeiro de 2011 | 14:02
    http://cinemanotebook.blogspot.com/2005/07/control-2004.html
    Lee Ray Oliver (Ray Liotta) é um brutal assassino que é condenado à morte por injecção letal. Enquanto o médico da prisão declara a hora da morte, é lhe dada secretamente uma segunda oportunidade de viver mediante uma condição: submeter-se a um tratamento experimental e ultra secreto desenvolvido por uma grande empresa farmacêutica que curará os seus instintos assassinos. O inventor desta nova droga, Anagress, é o Dr. Michael Copeland (Willem Dafoe) que vai supervisionar a transformação do violento e criminoso Lee Ray, num ser humano normal que dará o seu contributo para sociedade, ou pelo menos, assim se espera. Lee Ray, apesar de relutante, aceita participar nesta experiência e é lhe dada uma outra identidade e uma nova vida onde acaba por conhecer Teresa (Michelle Rodriguez). Mas alguns condenados não merecem ser reabilitados...

    ANAGRESS Inibidor da Serotonina e da Adrenalina
    Lobotomia Foi substituída por modificações bioquímicas pelo medicamento Anagress.
    http://www.imdb.com/title/tt0374584/ 7

  • "O Segredo de Beethoven"
    29 de dezembro de 2010 | 18:06
    http://www.bolsademulher.com/forum/amor/f64/159396/
    http://www.google.com/webhp?hl=pt-BR#q=youtube+o+segredo+de+beethoven&hl=pt-BR&sa=G&biw=1276&bih=570&rlz=1R2ADSA_pt-BRBR394&prmd=ivns&source=univ&tbs=vid:1&tbo=u&ei=UIYjTcHSEMSp8AbZ2vGNDg&oi=video_result_group&ct=title&resnum=1&ved=0CEMQqwQwAA&fp=fa25a7d4d777507f

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- recados (61)


  • andre_zulu
    andre_zulu
    05 de fevereiro de 2011 | 13:01

    OI Flavina obrigado pelos presentes...rs Valeu um cheiro!



  • carolyne.cadu
    carolyne.cadu
    04 de fevereiro de 2011 | 18:06

    oiu amiga obrigado pelo presente ..
    sei quie estou meio sumida mas e pq ando trabalhando muito!!
    mas nao esqueço das minhas amigas do bolsa nao viu!!!
    bjus amiga e fique com papai do ceu!!!!



  • Flavina
    Flavina
    04 de fevereiro de 2011 | 12:12

    MATÉRIA - "Sou Mulher, mas não sou Mãe"

    http://www.homemdemello.com.br/psicologia/mulher_nao_sou_mae.html

    "Eu vi o menino correndo, eu vi o tempo
    Brincando ao redor do caminho daquele menino
    Eu pus os meus pés no riacho
    E acho que nunca os tirei
    O sol ainda brilha na estrada e eu nunca passei
    Eu vi a mulher preparando outra pessoa
    O tempo parou pr'eu olhar para aquela barriga"
    Força Estranha - Caetano Veloso

    Como responder sem surpreender que sou mulher, mas não tenho filhos?

    Como dizer nos exames de rotina toda vez que perguntam se amamento ou se tenho filhos, não para ambas as perguntas sem receber olhares com ponto de interrogação?

    É, esse será um texto para falar com as mulheres que assim como eu, não são mães e convivem bem com essa escolha.

    Muitas de nós não por uma escolha própria, mas por uma questão biológica/física, outras por uma falta de oportunidade em concretizar a vontade de ser mãe. E existem sim aquelas que decidiram não passar pelo papel de mãe. Não estou aqui para decifrar ou julgar motivos que levam alguém a abrir mão desse papel. Mas para dizer as outras mães e a sociedade no geral que as mulheres que não são mães NÃO SÃO ETs.

    Aliás, acho que as mulheres não mães são muito mais responsáveis em optar pelo gesto de não ter filhos, do que resolver tê-los sem condições econômicas, emocionais e familiares para criar e educá-los. Poderia dizer eu para as mães que é fácil escolher ser mãe quando quem cria é a sogra, a avó, uma babá ou ela passa o dia na escola. Mas não vou julgar uma mãe que desconheço os motivos de suas escolhas.

    E quando as relações de casamento não dão certo, lá vai a criança passar pela separação junto com os pais, não sem antes ter passado pelo período de conflitos no ambiente que é criada. E quando as mães decidem ter vários filhos sem condições mínimas de criação? Isso é ser mãe? E quando a mulher acaba tendo filho cheia de conflitos pessoais com corpo, parto, estrias, celulite, não amamenta, etc, é amor materno no ventre? E quando esse filho é usado na separação como forma de vingança do ex, alguma mulher lembra do amor de mãe?

    Será que a mulher que optou em não ser mãe por não poder dar o amor igual ao que recebeu enquanto filha, pode ser criticada? Será que uma mulher desempregada, com dificuldades de moradia pode ser olhada como estranha por resolver não colocar uma criança nessas condições precárias para criar? Ao mesmo tempo que temos outras tantas mulheres que decidiram priorizar suas vidas profissionais para darem condições de vida melhor para seus filhos, descobrem tardiamente que não podem mais ter filhos. E ainda aquelas que tentaram varias vezes sem sucesso.

    Adotar sempre será uma forma de transmitir amor e dar oportunidade para uma criança órfã. E para isso não existe idade. Mas continua sendo necessária responsabilidade.

    As mulheres não mães precisam aprender a olhar aos que lhes cobram o papel de mãe com segurança de sua escolha, sem ficarem se sentindo culpadas por não darem o bisneto, neto ou sobrinho, tão esperado. A responder as amigas, enfermeiras e médicas(os) quando lhe perguntam por que não tem filho, com a sinceridade da motivação pessoal ou da falta de condição de assumir mais esse papel na vida.

    Agradeço as mães, afinal se não fossem algumas delas, eu não estaria aqui. Mas se a minha vida me encaminhou para não ter esse papel, vou fazer dos meus dias os melhores que posso, sem filhos ao lado, mas com o prazer de sorrir a cada dia que o sol nascer e a lua se for, esteja onde estiver, molhando os pés na água do mar, correndo com meus cachorros, sorrindo com meus amigos, indo ao cinema comer pipoca, fazer compras pensando só em mim... Afinal,não sou mãe!

    E que me desculpem as mães, sei que deve ser lindo e sem comparação o amor materno. Mas não ser mãe também tem suas vantagens. Poder sair sem hora para voltar, viajar sempre que desejar e ficar dias fora de casa sem telefonemas para dar. Uma liberdade gostosa quando vou ali e posso mudar o trajeto no meio do caminho, resolver dormir fora, acompanhada ou sozinha, sem satisfações para dar. Se o marido, noivo ou namorado resolver partir, não terei que dividir a dor da separação com filhos do amor que acabou. Poder dar qualquer rumo a minha vida sem a preocupação dos que dependeriam de mim, posso errar mais vezes, arriscar sempre que quiser, pois só eu serei afetada. Posso olhar a minha volta e dizer que minha vida não foi tão ruim assim por não ter filhos quando ouço relatos de mulheres mães frustradas.

    Se não sou mãe posso dizer que a sociedade é feita de homens e mulheres que não tem filhos! E de famílias que vão terminar em seus filhos, que não vão levar sobrenomes adiante, pois escolheram não serem pais e mães.

    E se a vida não me deixou ser a mãe que rolaria na areia, que se pintaria com o filho, que o deixaria se sujar na terra, que adoraria amamentar pelo menos até os seis meses, que amaria ver a barriga crescer (igual a musica "Força Estranha"), que não ligaria para as noites sem dormir, que o protegeria da dor da separação, mesmo sabendo que não conseguiria, que o criaria independente para saber ser um adulto seguro, sem pais e sogros interferindo nessa criação. Poder dar guloseimas quando desse vontade, mas procurar dar alimentação saudável de segunda a sexta. Ser aquela mulher mãe sabendo separar meus sentimentos/desejos dos do filho, e claro, tentar transmitir valores éticos/morais nos quais acredito. Mesmo sabendo que ele iria crescer e poderia fazer tudo diferente do que eu ensinaria.

    E sem arrependimentos das escolhas feitas, ao menos eu sei que mãe eu seria se tivesse sido. Mas hoje eu só sei que mulher eu sou.

    http://www.bolsademulher.com/forum/amor/f63/156849/




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