diário de Ctbana

diário de Ctbana (151)

anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 próxima

  • feliz dia dos pais
    12 de agosto de 2011 | 22:10

    Pai de verdade mesmo sabe que ser pai não é simplesmente
    recolher o fruto de um momento de prazer, mas sim perceber
    o quanto pode ainda estar verde e ajudá-lo a amadurecer.

    Pai de verdade mesmo não só ergue o filho do chão quando ele cai,
    mas também o faz perceber que a cada queda é possível levantar.

    Ele não é simplesmente quem atende a caprichos: ele sabe perceber
    quando existe verdadeira necessidade nos pedidos.

    Pai de verdade mesmo não é aquele que providencia as melhores
    escolas, mas o que ensina o quanto é necessário o conhecimento.

    Ele não orienta com base nas próprias experiências, mas demonstra
    que em cada experiência existe uma lição a ser aprendida.

    Pai de verdade mesmo não coloca modelos de conduta, mas aponta
    aqueles cujas condutas não devem ser seguidas.

    Ele não sonha com determinada profissão para o filho, mas deseja
    grande e verdadeiro sucesso com sua real vocação.

    Ele não quer que o filho tenha tudo que ele não teve, mas que tenha
    tudo aquilo que merecer e realmente desejar.

    Pai de verdade mesmo não está ali só para colocar a mão no bolso
    para pagar as despesas: ele coloca a mão na consciência e percebe
    até que ponto está alimentando um espírito de dependência.

    Ele não é um condutor de destinos, mas sim o farol que aponta para
    um caminho de honestidade e de Bem.

    Pai de verdade mesmo não diz " Faça isto " ou " faça aquilo " , mas sim
    " tente fazer o melhor de acordo com o que você já sabe " .

    Ele não acusa de erros e nem sempre aplaude os acertos, mas pergunta
    se houve percepção dos caminhos que levaram o filho a esses fins.

    Pai de verdade mesmo é o Amigo sempre presente,
    atento e amoroso - com a alma de joelhos -
    pedindo a Deus que o oriente na hora de dar conselhos ...


  • A Espada e o Espinho.
    21 de julho de 2011 | 15:03

    A Espada e o Espinho.

    J. Norinaldo.

    Se a ferida é o sinete do confronto,

    Não encontro motivos pra me ferir,

    A não ser no espinho de uma rosa,

    Que colho para oferecer a ti,

    Se a vida vale a pena ser vivida...

    Não vou chorar em vez de sorrir.

    O riacho corre lento e cristalino,

    E o vento canta a mesma ladainha,

    A felicidade só revela o endereço,

    Se a espada continua na bainha;

    Sofrerei com a ferida que mereço,

    Se desprezo a vida a culpa é minha.

    O amor não tem preço e nem idade,

    A felicidade não se encontra por acaso,

    Sozinha a espada não se funde;

    É o ego do homem quem confunde,

    A beleza da rosa com o vaso,

    E despreza a pureza do espinho.


  • DESTINO
    21 de julho de 2011 | 15:03

    O Destino.

    J. Norinaldo.


    O destino é o relincho de um cavalo,

    Se puro sangue é reconhecido longe,

    O pangaré serve pra carregar peso,

    E ter o desprezo da montaria do abade,

    Do velho frade que unge o corpo do monge.





    Ninguém controla o próprio destino,

    E cada sino taca num tom diferente,

    Em cada anca há uma marca bem distinta,

    O mesmo ferro marca gado e marca gente,

    Marca de fogo é diferente de tinta.





    Se hoje se queima o gado marcado a ferro,

    Ouve-se o berro do destino derradeiro,

    E o relincho puro sangue garanhão,

    Igual aos gritos de quem morreu no braseiro,

    Da fogueira da santa inquisição.





    O homem segue queimando o irmão vivo,

    Seguindo o livro que lhe dá absolvição,

    Marcando a ferro tanto gado como gente,

    Alimentando o fogo da inquisição,

    Na esperança, que no fim terá perdão.


  • DESTINO
    21 de julho de 2011 | 15:03

    O Destino.

    J. Norinaldo.


    O destino é o relincho de um cavalo,

    Se puro sangue é reconhecido longe,

    O pangaré serve pra carregar peso,

    E ter o desprezo da montaria do abade,

    Do velho frade que unge o corpo do monge.





    Ninguém controla o próprio destino,

    E cada sino taca num tom diferente,

    Em cada anca há uma marca bem distinta,

    O mesmo ferro marca gado e marca gente,

    Marca de fogo é diferente de tinta.





    Se hoje se queima o gado marcado a ferro,

    Ouve-se o berro do destino derradeiro,

    E o relincho puro sangue garanhão,

    Igual aos gritos de quem morreu no braseiro,

    Da fogueira da santa inquisição.





    O homem segue queimando o irmão vivo,

    Seguindo o livro que lhe dá absolvição,

    Marcando a ferro tanto gado como gente,

    Alimentando o fogo da inquisição,

    Na esperança, que no fim terá perdão.


  • TATUADO
    11 de julho de 2011 | 23:11

    Aquilo que está tatuado no coração não necessita de perguntas
    a resposta está lá porque não esquecemos...
    o que a memória ama fica eterno!


  • COMPROMISSO QUALQUER
    06 de julho de 2011 | 14:02

    E ruim voce pensar, sentir e viver na falcidade dos sentimentos! nao sei se o que penso e a verdade mas sei que, o meu pensamento nao custuma mentir, estar ao lado de quem ao menos vem a me dizer, que foi muito bom te conhecer.
    Sentir-se uma criança sem nada pra falar, sem açao, apenas com o coraçao pronto para ser vitima de mais uma emoçao que parece ser passageira.
    E com essas situaçoes que aprendemos que as vezes pagamos pelos erros de quem o menos conhecemos, com isso acabamos desistindo dos nossos objetivos, apenas por causa do medo de sermos a vingança dos erros dos outros.
    Nesta noite tao linda vou esperar que o sol se ponha para que mais um dia de surpresas venha, sem falar em outros e outros que virao, haja coraçao pra tantao sofrimento, um dia ele pode nao mais aguentar, e desistir do sentimento mais doce e sincero que existe no mundo. O Amor


  • Compromisso
    06 de julho de 2011 | 14:02

    COMPROMISSO
    .
    Os meus pensamentos estão
    Tão ausentes como tu
    Sempre presentes, preenchidos
    Com as ausências sentidas
    .
    Tenho um compromisso
    Com o sorriso
    Outro ausente bem presente
    No rosto com que me apresento
    .
    O meu sorriso não é meu
    Nem teu...sem dono
    Um pouco de todos
    Sorriso de ausências
    .
    Tenho um compromisso
    Onde o sorriso consta
    Onde as lágrimas participam
    E as palavras se demonstram
    .
    O meu compromisso
    É comigo e com a verdade
    Nos disfarces sem maldade
    No teatro que a vida nos dá
    autor -sonhosolitario























    /



    prêmio
    links
    outros blogs meus e meus favoritos

    os7degraus.

    prosa-poetica

    sonhodeviver.

    virginiana

    justmoments

    fatiiima

    houseoflorien

    marbelo

    flor_incognita

    isabelsushi

    meu IMEEM GOODHEART

    tibeu

    munina_rebelde

    isasol

    paixoeseencantos

    subscrever feeds
    Posts

    Comentários

    Comentários do post


  • Qual o tom de cabelo ideal para você?
    02 de julho de 2011 | 23:11

    .
    Loiros
    Se você é daquelas mulheres que gostam de chamar atenção por onde passam, os loiros são ideais para você. Pessoas de pele clara ganham um visual super natural com esse tom, mas preste atenção à cor dos seus olhos. Verdes, azuis ou mel pedem fios mais dourados. Se você tem olhos escuros ou pele morena, prefira tons não muito claros para não produzir um efeito artificial. Lembre-se de que essa tonalidade de cabelos é uma das que exigem mais cuidados. Como a descoloração resseca os fios, para não deixar as madeixas opacas e frágeis, invista em hidratações e tratamentos fortalecedores.


  • AMOR MADURO.
    02 de julho de 2011 | 10:10

    O amor maduro não é menor em intensidade.
    Ele é apenas quase silencioso.
    Não é menor em extensão.
    É mais definido, colorido e poetizado.
    Não carece de demonstrações:
    presenteia com a verdade do sentimento.
    Não precisa de presenças exigidas:
    amplia-se com as ausências significantes.

    O amor maduro tem e quer problemas,
    sim, como tudo.
    Mas vive dos problemas da felicidade.
    Problemas da felicidade são formas trabalhosas
    de construir o bem e o prazer.
    Problemas da infelicidade não interessam ao amor maduro.

    Na felicidade está o encontro de peles,
    o ficar com o gosto da boca e do cheiro,
    está a compreensão antecipada, a adivinhação,
    o presente de valor interior,
    a emoção vivida em conjunto,
    os discursos silenciosos da percepção,
    o prazer de conviver, o equilíbrio de carne e espírito.
    Carne intensa, alegre, criança, redescobrimento
    das melhores dimensões pessoais e alma refeita,
    abastecida de todas as proteções necessárias,
    um enorme empório de afinidades acima e além
    de meras concordâncias intelectuais.
    Os problemas daí derivados são os problemas da felicidade.
    Problemas, sim, alguns graves.
    Mas estalantes de um sentimento bom.

    Na infelicidade estão a agressão, o desamor,
    o não conseguir, a rejeição, a dor, o cansaço,
    a troca com perda, a obrigação, o tédio, o desencontro,
    o insulto, o ciúme machucante, as futricas de família,
    as peles se eriçando e os toques que dão susto.
    Os problemas da infelicidade não devem ser trazidos
    para a trama do amor maduro.
    O amor maduro é sólido e definido.
    Mas estranhamente se recolhe
    quando invadido pelos problemas
    da infelicidade que fazem a glória do amor imaturo.
    Acaba acabando.

    O amor maduro não disputa, não cobra,
    pouco pergunta, menos quer saber. Teme, sim.
    Porém não faz do temor argumento.
    Basta-se com a própria existência.
    Alimenta-se do instante presente valorizado e importante
    porque redentor de todos os equívocos do passado.
    O amor maduro é a regeneração de cada erro.
    Ele é filho da capacidade de crer e continuar.
    É o sentimento que se manteve mais forte
    depois de todas as ameaças, guerras ou inundações existenciais
    com epidemias de ciúme, controle ou agressividade.

    O amor maduro é a valorização do melhor do outro
    e a relação com a parte salva de cada pessoa.
    Ele vive do que não morreu mesmo tendo ficado para depois.
    Vive do que fermentou criando dimensões novas
    para sentimentos antigos, jardins abandonados cheios de sementes.
    Ele não pede, tem. Não reivindica, consegue.
    Não persegue, recebe. Não exige, dá. Não pergunta, adivinha.
    Existe, para fazer feliz. Só teme o que cansa, machuca ou desgasta.

    O amor maduro não precisa de armaduras, coices, cargos
    iluminuras, enfeites, papel de presente, flâmulas, hinos,
    discursos ou medalhas: vive de uma percepção tranqüila da essência do outro.
    Deixa escapar a carência sem que pareça paupérrima.
    Demonstra a necessidade sem que pareça voraz.
    Define uma dependência sem que se manifeste humilhante.

    O amor maduro cresce na verdade e se esconde a cada auto-ilusão.
    Basta-se com o todo do pouco.
    Não precisa nem quer nada do muito.
    Está relacionado com a vida e sua incompletude,
    por isso é pleno em cada ninharia por ela transformada em paraíso.
    É feito de compreensão, música e mistério.
    É a forma sublime de ser adulto e a forma adulta de ser sublime e criança.

    É o sol de outono: nítido mas doce.
    Luminoso, sem ofuscar.
    Suave mas definido.
    Discreto mas certo.
    Um sol, que aquece até queimar.


  • Em algum lugar do passado
    02 de julho de 2011 | 10:10

    Em algum lugar do passado
    por um pouco de tempo
    foi teu amor
    a primeira mão na minha
    na hora da queda
    o empurrão que faltava
    na hora da incerteza
    o incentivo à coragem
    na hora do desvario

    Em algum lugar do passado
    por um pouco de tempo
    foi teu amor
    um lugar de descanso
    em meio à desolação
    um ponto de verdade
    em meio ao duvidoso
    certeza de justiça
    em meio ao caos.

    Em algum lugar do passado
    em perfeita confiança
    o teu amor
    fez sentido.



anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 próxima