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Dama na mesa, P*** na cama

é a verdadeira diferença entre o vulgar e o sensual. Viva o amanhã. Os preceitos, preconceito e desgostos, são esquecidos dentre quatros paredes, seja a pessoa que vc mais ama, seja seu parceiro casual, amante, não importa...Nada é o que parece ser!


Grupo criado em 03 de julho de 2007, por angellzinha



membros (306)



posts (3)

  • 19/01/2008 | 13:08
    he agente tenta kkkkkkk

  • 18/10/2007 | 10:24
    Olá amiga... amar alguém é ótimo conhecer seu cheiro... seu corpo é lindo... mais sinto em te dizer que depois que nascem os filhos não somos mais as mesmas... somos quentes ainda, mais alguma coisa muda! e descobrimos que o prazer não é somente parte do corpo, mais parte do nosso mais fundo coração... o amor é tão simples!
    Posso te fazer uma pergunta: vocês estão juntos a 14 anos e pelo que li não são casados, ou tem uma casa em comum? você acha que ele te ama? ou só volta pra você porque você tem sempre algo novo pra mostrar? cuidado! a vida não é assim não! sexo é muito bom, mais se não houver amor mesmo um dia vai acabar e se ele se apixonar por outra pessoa nenhuma posição erótica vai salvar seu relacionamento. E os filhos não esta na hora de vocês dois pensarem nisso? e quando você tiver 50 anois? vai ter a mesma disposição de hoje? ou de quando tinha 20 anos? talvez seu corpo não esteja bem porque esta reclamando de tanta estripulia, não? cuide de você se ame mais que a ele.. percebi que isso é apenas uma isca! porque vocês só se dão bem na cama... e as brigas? porque o amor é bem tranquilinho... e seguindo o velho ditado chinês ; " case-se com quem você gosta de conversar... porque na velhice é somente isso o que vão fazer! ser amigo um do outro ... cuidado amiga! Felicidade ... karina!

  • 20/09/2007 | 23:57
    Desde de que eu era adolescente, eu me sentia diferente das outras nas questões de sexo. Me lembro de estar cursando a 6ª série do ginásio à noite, porque trabalhava numa loja durante todo o dia e, com apenas 12 ou treze anos, minhas colegas de classe já não entravam mais na escola para assistir as aulas às sextas feiras. Ficavam na frente da escola enquanto os carros dos garotos mais velhos passeavam por ali, convidando para uma volta. Conseqüentemente, na segunda feira vinham contar as mais interessantes histórias do que haviam acontecido nesses passeios, sempre acabados em motéis.
    Eu, apesar de sempre estar por dentro de tudo o que se relacionava a sexo, ainda era virgem e não queria transar até o casamento. Elas sempre me gozavam, mas eu ficava na minha. Com as mudanças de séries, acabei também mudando de escola, pois passei a trabalhar num shopping e a namorar, distanciando-me da turma.
    Meu namoro era baseado em beijos ousadíssimos e muitas mãos. Eu me masturbava como uma louca, mas nunca chegava aos finalmentes. Como ele também era virgem (tínhamos 15 e 16 anos), e seus pais pessoas muito simples que moravam no interior e o deixaram vir morar com os irmãos mais velhos na cidade, respeitava muito os conselhos deles e assim passamos a ser muito mais que amigos sem ultrapassar os limites que nós próprios impusemos.
    Eu já havia lido tudo o que pudera encontrar sobre sexo e, confesso, não via a hora de ficar mais velha e poder por tudo em prática. Nosso namoro continuou quente e dentro dos limites por quase quatro anos, quando ele entrou pra faculdade e conheceu alguém que não precisa seguir limites...
    Terminei o namoro, pensando que ele ia tomar um susto e voltar, propondo que continuássemos do ponto que paramos, mas ele havia se apaixonado e era tarde demais pra mim.
    Bom, já estava com desenove anos e um não havia o menor sinal de que eu iria me casar tão cedo, já que o único pretendente havia pulado fora. Então relaxei sobre esse negócio de andar tão na linha e esqueci que eu tinha uma regra a cumprir. Comecei a sai pra noite.
    Em cada balada que eu ia, eu analisava os pretendentes. Apesar de eu não ser nenhum monumento, minha exigência ultrapassava os padrões dos rapazes e eu não me interessava por ninguém. Sempre voltava sozinha pra casa, com no máximo, aquele beijo experimentado, mas sem sabor de quero mais.
    Me enfiei em mais dois empregos e acabei esquecendo essa história de virgindade. Um dos meus empregos era num Motel, como recepcionista. Eu entrava às 22 e saía às 6 da manhã. Foi lá, já que eu era responsável também pela troca de fitas de vídeo, que assisti meu primeiro pornô. Fiquei envergonhadíssima, pois uma moça bem mais velha e experiente trabalhava comigo e estava ali, comentando como se fosse um filme comum. Fui pra casa com aquelas cenas na cabeça na manhã seguinte.
    Fiquei então maníaca por sexo. Sonhava os sonhos mais loucos e acordava no meio da noite pra me masturbar. Meu corpo era meu maior companheiro. Eu o explorava com minhas mãos e punha minha imaginação pra funcionar...
    No banco onde eu fazia o turno do dia, os rapazes comentavam que eu devia ser lésbica, já que nunca me viam com homem nehum quando me encontravam em baladas. Eu até que me interessava por muitos, inclusive por um em especial que trabalhava lá, comigo. Mas depois de alguns beijos aquela química não acontecia e todo aquele meu fervor guardado que me acordava durante o sono não vinha. Não era assim que eu queria perder minha virgindade. Imaginava que haveria um sinal, fogos de artífício ou que simplesmente o cheiro dele me faria enlouquecer e não pensar em mais nada. Mas isso nunca acontecia.
    Até que conheci ele... Um cara comum, minha altura, calado. Me olhava nos olhos quando falava, mas não me encarava por muito mais tempo. Eu senti algo, mas como ele me ignorava, eu também passei a ignorá-lo. Estudávamos juntos, na mesma sala do ultimo ano do colégio. Eu tinha então 19 anos e ele 20. Coincidentemente, trabalhava no mesmo banco que eu, porém em outra agencia. Tínhamos os mesmos gostos e os mesmos amigos. Passamos a sair em turma, mas ele sempre me dava a carona até em casa antes de levar minha melhor amiga, com quem estava ficando. E eu ia pra casa e continuava sonhando...
    Terminamos o ano letivo juntos, numa chopperia. Na hora de me levar pra casa, como sempre fazia quando saíamos em turma, eu fui pro banco de trás do carro. Mas me surpreendi quando ele resolveu levar essa minha amiga primeiro. Ela havia contado que voltara com um namorado estrangeiro, mas não achei que eu pudesse estar nos planos dele.
    A deixamos em casa e ele pediu pra eu ir dirigindo o carro dele, pois estava muito alto. Eu sabia que era brincadeira, que ele fazia aquilo apenas pra quebrar o gelo, mas entrei no seu jogo. Mexemos com todos na rua, oferecendo carona. Nos divertimos muito, até chegar na frente de casa. Foi quando rolou um beijo tímido. Fiquei com a respiração ofegante e disse que tinha de entrar. Fugi do carro pra não fugir do controle.
    Na mesma semana ele veio até em casa e me chamou pra sair. Fomos ao shopping, jantamos e engatamos num namoro delicioso...
    Como nós não estudávamos mais, apenas trabalhávamos, começamos a nos encontrar todos os dias. Nossos amassos começaram a esquentar demais, e eu fervia cada vez que ouvia o barulho do carro dele. Parecia que era acionado um botão dentro de mim. Mas eu me segurava, pois estávamos juntos a apenas duas semanas e eu ainda tinha meu problema de "inexperiência".
    Um dia, estávamos parados em uma rua deserta, uma marginal que estava em construção, e nossos amassos estavam tão quentes, que quando ele falou para irmos pra um motel eu concordei e não vi mais nada na minha frente. Continuamos nos beijando por todo o trajeto, até entrarmos no quarto. Ele havia pego uma suíte maravilhosa, com piscina, teto solar e sauna. Nos entregamos aos carinhos um no outro e quando ele tirou a roupa e vi seu corpo nu iluminado pela lua que entrava pelo teto, senti que era o homem da minha vida. O único problema era o tamanho de seu membro, que me deixou bastante assustada. Não achava que um cara tão grande combinaria comigo "naquelas condições". Bom, não foi naquele dia que cheguei nos finalmentes, mas tivemos um conhecimento e uma intimidade muito grande um com o outro. E, como tentamos, mas eu tremi demais e ele preferiu me dar um tempo, continuamos nos pegando e esse dia acabou acontecendo em casa, em cima do sofá. Me sentei em seu colo e não me importei com mais nada. Nossos corpos pediam um ao outro e só analisei quando levantei e vi sua camisa toda manchada.
    Desde então, faço cada loucura pra estar com esse homem... Já se passaram muitas crises, pois apesar de termos gostos e idéias muito parecidas, combinamos apenas na cama, pois em milhares de outros fatore nos divergimos demais. Mas o cheiro dele me renova e só de lembrar, eu começo a desejá-lo. Já estamos juntos há 14 anos, e a cada semana eu tenho uma novidade pra ele.
    A última agora, é um Kama Sutra que comprei da revista Nova. São 77 posições, mas ao lê-lo, percebi que já conhecemos 59. As outras estou esperando ele chegar pra por-mos em prática.
    Suas fantasias eu sei de cor e adoro ouvi-lo falar enquanto beija meios seios e acaricia minhas coxas. Eu já realizei todas e uma ainda vou repetir, assim que puder, já que ele quer de novo. Não tenho o menor grilo sobre qualquer assunto relacionado a sexo. Exponho minhas vontades assim como eu quero saber as dele. Sempre pergunto o que ele quer, o que ele gosta e quando não pergunto, invento um novo jeito pra surpreendê-lo. ´
    Fervo todos os dias, não há folga pra minha libido. Quero tanto que sou capaz de virar a noite sem dormir quando ele vem pra casa. Como moramos em cidades diferentes, nossos desejos são atiçados ainda mais com mensagens picantes pelo celular.
    Apesar de eu estar incomodada com meu corpo, querendo mudar algumas coisas que não gosto, à meia luz sou uma p** insaciável, que adora as posições mais libidinosas, que me expôe inteira pra ele, por saber que é isso em mim que o deixa tão carregado de tesão, que o faz voltar pra casa e me querer a noite inteira.
    Ele sempre me pergunta onde aprendi tanta coisas assim, e onde aprendo ainda, já que não saio de casa. Contei à ele que foi com ele e não menti. Aprendi sim, lendo muito, mas minha imaginação mais um bom tempo de tesão enclausurado me fizeram ser quem eu sou. Até contos eróticos acabei escrevendo, e os publico em sites que eu nem lembro o nome. Adoro mexer com as sensações das pessoas, mas minha química é apenas com ele. Pena que seu ciúme me faça ficar sempre escondida atrás da tela, pois adoraria que ele visse e lesse as coisas mais sacanas que já escrevi na web com um codinome.
    Agora estou fazendo um curso de pompoarismo, uma técnica que já aprendi muito em livro e que iniciei a prática e ele amou. Vou me aperfeiçoar mais e ainda matá-lo de tesão, e depis escrever o mais picante de todos os contos que já ousei publicar na rede virtual...
    A sociedade não imagina, olhando pra mim, como uma dama pode ser assim na cama.