MADA é um programa de recuperação para mulheres que têm como objetivo primordial se recuperar da dependência de relacionamentos destrutivos, aprendendo a se relacionar de forma saudável consigo mesma e com os outros.
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03/05/2012 | 10:38
é sou muito ciumenta e gostaria que alguem me ajudasse a resolver meu problema, sou casada, tenho 30anos meu marido tem 23anos e tenho uma filha com ele , e agora que ele trabalha viajando é pior ainda, sempre fico achando que ele vai me trair, o que eu faço, estou acabando com o meu casamento,ele fala que eu so sei reclamar e brigar com ele e fala tambem que me ama e não vai me trair, mas tem um detalhe qdo estavamos namorando ele ja me traiu,como fazer para superar essa dificuldade de aceitar esse trabalho dele (ele vai trabalhar na terça e volta na quinta, ele é motorista mas não é toda semana) me ajudem por favor..................
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26/04/2012 | 12:17
oi meninas sou casada ha 10 anos,não sei explicar o que acontece
comigo,sou obi-secada por ele,ciumenta,desconfiada,penso
que talvez sou assim por muitas vezes ele ter me traido,não entendo as vezes
tenho raiva
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01/05/2010 | 11:43
Bom dia meninas!!
Eu conheço o trabalho do MADA (Mulheres que Amam demais Anonimas) e posso dizer que é uma maravilha. É uma luz para quem procura ajuda, e não tem condições de pagar um psicologo ou algo do genero...
LEIAM O LIVRO !! MULHERES QUE AMAM DEMAIS... !!
depois que lerem vcs mudaram completamente o jeito de ver a vida...
esse livro foi o melhor de auto ajuda que li até hoje.
Fiquei muito feliz por esse grupo existir !!
bjss a todas...
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22/04/2010 | 09:06
Eu sou doida pelo meu noivo e acho sempre q falta alguma mesmo sem motivo, eu sei q os homens n gostam de mulheres paranoicas e as vezes finjo q está tudo bem.
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22/04/2009 | 15:44
Ah, tá - so mais uma coisinha.
Gente, este grupo se chama MULHERES QUE AMAM DEMAIS - MAD.
MADA - MULHERES QUE AMAM DEMAIS "ANONIMAS" é um outro grupo, onde o anonimato é o mote da terapia, que é em grupo.
Parabenizo a iniciativa da colega que abriu este grupo aqui (MAD) e peço que continuemos a trocar experiências sem confundir os grupos.
Beeeeijos!!!!
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22/04/2009 | 15:36
É meninas.. nós somos mesmo esquisitas quando o assunto é gostar de alguém.. ehehehe... Meu caso é ainda mais maluco, pois, eu tenho a plena consciencia do que me desgosta na minha relação mas não consigo colocar um ponto final nela... rs... Eu namoro um cara mais jovem que eu e a familia dele me odeia! É mais ou menos assim: eu sou sempre excluida de tudo e por todos na familia dele, que não é grande, ele só tem uma irmã (a qual em dois anos e quase seis meses de namoro eu nunca conheci e que, apesar de ter mais de 30 anos, faz ceninhas - eu escuto ela fazer - toda vez que sabe que sou eu ao fone para falar com o irmão dela... ehehehe).. então que, em todos churrascos, festinhas, etc.. eu nunca posso ir e meu nome é tabu para eles!
Eu fui casada e tenho dois filhos e isso, apesar de estarmos em pleno século 21, parece o fim do mundo para os pais dele, que não me aceitam de jeito nenhum!
Antes, eu ficava extremamente magoada e fazia de tudo para agrada-los: mandava presentinhos para a sogra, ajudava o pai como eu podia no trabalho (eu trabalho na mesma empresa que meu sogro), enfim.
O tempo passou e agora, aos dois anos de relação, eu abandonei a postura de "candidata a norinha perfeita" e tenho procurado viver mais na minha, sem me envolver e portanto, sem me magoar. Minha relação s etranformou em um namoro de fim de semana, isso pra não dizer "namoro de dois dias" que é mais ou menos o quanto nos vemos por semana.. ehehehe..
Meu namorado arrumou um emprego bacana onde ganha bem e tem carro a disposição, além de outras facilidades e está na fase de deslumbramento: nunca pode isso, não pode aquilo pois "não sabe que horas vai sair do trabalho". Nós viramos EU e sinto que ficamos cada vez mais distantes um do outro. É curioso pois ele some assim, dois, três dias e de repente aparece do nada e me trata como se nada tivesse acontecido... ehehehe... eu antes gritava, me descabelava, etc.. hj em dia não sinto a minima vontade de fazer nada em relação a isso... fico chateada sim, logico, mas sabe quando vc se sente apática e a realçaõ chega naquele nível de "o que vier é lucro"?
Para vcs minhas amigas de blog eu não tenho vergonha de admitir que namoro um cara totalmente sem noção do que faz com a mulher que o estima e que, se ele quisesse mesmo, seria a relação mais legal que ele viveria...
Amar... menina,s não sei dizer se o amo, posso dizer que sim, sinto a falta dele, e quando estamos juntos é tudo legal mas eu não me entrego totalmente pois fico pensando: - ok, ta td lindo AGORA, amanha nao vou mais ver e nem falar com ele, pois ele vai sumir..."
Me disseram para eu relaxar e curtir o momento, aproveitar o $alário dele que melhorou, pegar os presentes...
Eu até consigo so que depois vc fica sozinha consigo propria e aí, vc vira um espelho do qual não pode fugir... sua consciência te cobra atitudes e vc fica sem saída...
Meninas, não sei dizer o que sinto ao certo.. amor, não sei mais se é pois amor não é isso certo? amor te deixa feliz em tempo integral, não importa se o cara tá fisicamente do seu lado ou não: vc sabe que tem alguém que te quer e que pensa em vc e que se pensa em vc, sente saudade e que se sente saudade, vai pegar um fone e te ligar... o que não é meu caso.
Preciso de forças, aliás, todas nós precisamos para entendermos cada vez melhor nosso coração e a nós mesmas. Uma vez conhecendo-nos a fundo, buscando o entendimento proprio acredito que possamos minimizar os efeitos que uma rejeição (desculpem essa palavra é feinha e dói mas é a unica que me ocorre no momento) pode causar em nossa mente e em nosso coração.
Talvez o que me leve ainda a manter essa realação é o medo. Medo de ficar sozinha, mesmo estando sozinha DE FATO. Sim, pq com o tempo juntos cada vez mais escasso, vc de repente se vê sozinha num sabado a noite vendo TV e comendo pipoca, vc se sente só mas... sabe que tem uma "porta", uma "sombra" de um homem na sua vida e simplesmente adia decisões, quaisquer que sejam elas. É esse medo que alimenta o desagrado de toda a situação.
E assm, a vida segue.. duro mesmo é saber que os anos se acumulam e que, ao olharmos pra trás, podemos nos assustar ao perceber a quantidade de tempo perdido, a mais cruel das verdades.
Mil beijinhos a todas e obrigada por compartilharem comigo as esquisitices desse verbo tão intransitivo que é o "amor".
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